É difícil argumentar contra a decisão do técnico Rogério Ceni de poupar os melhores jogadores do São Paulo de uma partida da Copa Sul-Americana contra um rival de nível técnico baixo, num mês em que estão previstos outros oito jogos. Não há músculo adutor que resista a maratonas como essa, que inclui um duelo em Viña del Mar e outro em Fortaleza três dias depois.
E nem é de se lamentar o resultado da última quinta-feira, um 0 a 0 contra o Everton, no Chile, o primeiro empate do São Paulo depois de três vitórias no torneio – o que deixa a classificação tão próxima que parece mera formalidade. São 10 pontos e com dois jogos em casa a fazer.
Mas espera-se que situações como essa sejam brechas para que atletas que vêm tendo poucos minutos em campo tenham desempenhos que criem dúvidas na cabeça do treinador – ou que ao menos demonstrem condição de colaborar mais do que em completar time reserva em coletivo.
Do jogo contra o Everton, Rogério Ceni não ganhou nenhuma daquela "boa dor de cabeça" que técnicos gostam de citar em entrevistas – nem um leve incômodo nas têmporas. É mais provável que tenha reforçado convicções.
Foi uma partida sonolenta, em que o São Paulo parecia desinteressado, mesmo que uma vitória significasse a classificação com duas rodadas de antecedência.
A atuação do volante Gabriel Neves justifica as raras chances que ele tem recebido na temporada – com o agravante de que ele tem contrato até o fim do ano e dirigentes já falam, em maio, que não pretendem estender. O uruguaio, sabedor da situação, não reage.
Rigoni se encaixa em cenário semelhante. A longa má fase que vive já permite especular se a exceção não foi o bom momento que o argentino teve em sua chegada ao São Paulo, no ano passado.
O veterano Miranda também demonstra que dificilmente voltará a disputar vaga com Diego Costa ou Arboleda na zaga tricolor. Lento, já não tem a segurança de outros tempos, o que é natural. Fez um pênalti no primeiro tempo, ignorado pela arbitragem, que poderia ter criado problemas para o São Paulo.
Coube a Jandrei, um dos poucos titulares em campo no Chile, segurar o empate sem gols.
A missão do São Paulo na fase de grupos da Copa Sul-Americana, contra times bem inferiores, é a de se classificar às oitavas, de preferência sem sustos – o que parece que acontecerá, com a necessidade de marcar só dois pontos contra Jorge Wilstermann e Ayacucho nas duas rodadas finais.
Essa caminhada foi construída por esses jogadores, muito próximos de cumprir esse objetivo.
Mas, para eles, esse pragmatismo não resolve. Com o calendário apertado, Rogério Ceni precisa ganhar mais opções.
O São Paulo volta a campo no próximo domingo pelo Campeonato Brasileiro. Contra o Fortaleza, às 19h (de Brasília), Ceni terá de volta seus titulares, muitos deles que nem viajaram ao Chile.
Reservas, São Paulo, desperdiçam, chance, cabeça, Ceni

Está ótimo resultado gostei do meio com mais pegada o Gabriel Neves ajudou o Pablo Maia na marcação só o ataque qo pardal não soube escalar o Luciano na ponta e Marquinhos de atacante se jogasse com essa formação com a porcada no chiqueiro teríamos segurado o resultado
Parabéns pela diretoria que inflou mais ainda o elenco com jogadores hiper valorizados que não merecem vestir a camisa...
Temos um time reserva com média salarial de 500 mil!!!!!!
Ninguém fala que igor Gomes fica 30 ano titular do sp num jogo que melhora e sempre titular sem fazer ***** nenhuma o Gabriel Neves nem joga e no primeiro jogo querem que sej melhor colocar pra jogarfica um ano em casa como e que o jogador vai jogar nada
Concordo q nikao eh um mico . tenta vender urgente q ainda da tempo ja rigone e gabriel neves ja sao prejuizo vao ter q sair quase de graça
Reservas nao merecem nem a reserva e olha que sao salarios milionarios!!!! So no sp mesmo pra ter esse monte de encosto