Reservas do São Paulo desperdiçam chance de dar "dor de cabeça" a Ceni
Fonte globoesporte
6 de Maio de 2022
Rigoni ouve instruções de Rogério Ceni em Everton x São Paulo — Foto: Rubens Chiri/saopaulofc
É difícil argumentar contra a decisão do técnico Rogério Ceni de poupar os melhores jogadores do São Paulo de uma partida da Copa Sul-Americana contra um rival de nível técnico baixo, num mês em que estão previstos outros oito jogos. Não há músculo adutor que resista a maratonas como essa, que inclui um duelo em Viña del Mar e outro em Fortaleza três dias depois.
E nem é de se lamentar o resultado da última quinta-feira, um 0 a 0 contra o Everton, no Chile, o primeiro empate do São Paulo depois de três vitórias no torneio – o que deixa a classificação tão próxima que parece mera formalidade. São 10 pontos e com dois jogos em casa a fazer.
Mas espera-se que situações como essa sejam brechas para que atletas que vêm tendo poucos minutos em campo tenham desempenhos que criem dúvidas na cabeça do treinador – ou que ao menos demonstrem condição de colaborar mais do que em completar time reserva em coletivo.
Do jogo contra o Everton, Rogério Ceni não ganhou nenhuma daquela "boa dor de cabeça" que técnicos gostam de citar em entrevistas – nem um leve incômodo nas têmporas. É mais provável que tenha reforçado convicções.
Foi uma partida sonolenta, em que o São Paulo parecia desinteressado, mesmo que uma vitória significasse a classificação com duas rodadas de antecedência.
A atuação do volante Gabriel Neves justifica as raras chances que ele tem recebido na temporada – com o agravante de que ele tem contrato até o fim do ano e dirigentes já falam, em maio, que não pretendem estender. O uruguaio, sabedor da situação, não reage.
Rigoni se encaixa em cenário semelhante. A longa má fase que vive já permite especular se a exceção não foi o bom momento que o argentino teve em sua chegada ao São Paulo, no ano passado.
O veterano Miranda também demonstra que dificilmente voltará a disputar vaga com Diego Costa ou Arboleda na zaga tricolor. Lento, já não tem a segurança de outros tempos, o que é natural. Fez um pênalti no primeiro tempo, ignorado pela arbitragem, que poderia ter criado problemas para o São Paulo.
Coube a Jandrei, um dos poucos titulares em campo no Chile, segurar o empate sem gols.
A missão do São Paulo na fase de grupos da Copa Sul-Americana, contra times bem inferiores, é a de se classificar às oitavas, de preferência sem sustos – o que parece que acontecerá, com a necessidade de marcar só dois pontos contra Jorge Wilstermann e Ayacucho nas duas rodadas finais.
Essa caminhada foi construída por esses jogadores, muito próximos de cumprir esse objetivo.
Mas, para eles, esse pragmatismo não resolve. Com o calendário apertado, Rogério Ceni precisa ganhar mais opções.
O São Paulo volta a campo no próximo domingo pelo Campeonato Brasileiro. Contra o Fortaleza, às 19h (de Brasília), Ceni terá de volta seus titulares, muitos deles que nem viajaram ao Chile.
Reservas, São Paulo, desperdiçam, chance, cabeça, Ceni
É difícil argumentar contra a decisão do técnico Rogério Ceni de poupar os melhores jogadores do São Paulo de uma partida da Copa Sul-Americana contra um rival de nível técnico baixo, num mês em que estão previstos outros oito jogos. Não há músculo adutor que resista a maratonas como essa, que inclui um duelo em Viña del Mar e outro em Fortaleza três dias depois.
E nem é de se lamentar o resultado da última quinta-feira, um 0 a 0 contra o Everton, no Chile, o primeiro empate do São Paulo depois de três vitórias no torneio – o que deixa a classificação tão próxima que parece mera formalidade. São 10 pontos e com dois jogos em casa a fazer.
Mas espera-se que situações como essa sejam brechas para que atletas que vêm tendo poucos minutos em campo tenham desempenhos que criem dúvidas na cabeça do treinador – ou que ao menos demonstrem condição de colaborar mais do que em completar time reserva em coletivo.
Do jogo contra o Everton, Rogério Ceni não ganhou nenhuma daquela "boa dor de cabeça" que técnicos gostam de citar em entrevistas – nem um leve incômodo nas têmporas. É mais provável que tenha reforçado convicções.
Foi uma partida sonolenta, em que o São Paulo parecia desinteressado, mesmo que uma vitória significasse a classificação com duas rodadas de antecedência.
A atuação do volante Gabriel Neves justifica as raras chances que ele tem recebido na temporada – com o agravante de que ele tem contrato até o fim do ano e dirigentes já falam, em maio, que não pretendem estender. O uruguaio, sabedor da situação, não reage.
Rigoni se encaixa em cenário semelhante. A longa má fase que vive já permite especular se a exceção não foi o bom momento que o argentino teve em sua chegada ao São Paulo, no ano passado.
O veterano Miranda também demonstra que dificilmente voltará a disputar vaga com Diego Costa ou Arboleda na zaga tricolor. Lento, já não tem a segurança de outros tempos, o que é natural. Fez um pênalti no primeiro tempo, ignorado pela arbitragem, que poderia ter criado problemas para o São Paulo.
Coube a Jandrei, um dos poucos titulares em campo no Chile, segurar o empate sem gols.
A missão do São Paulo na fase de grupos da Copa Sul-Americana, contra times bem inferiores, é a de se classificar às oitavas, de preferência sem sustos – o que parece que acontecerá, com a necessidade de marcar só dois pontos contra Jorge Wilstermann e Ayacucho nas duas rodadas finais.
Essa caminhada foi construída por esses jogadores, muito próximos de cumprir esse objetivo.
Mas, para eles, esse pragmatismo não resolve. Com o calendário apertado, Rogério Ceni precisa ganhar mais opções.
O São Paulo volta a campo no próximo domingo pelo Campeonato Brasileiro. Contra o Fortaleza, às 19h (de Brasília), Ceni terá de volta seus titulares, muitos deles que nem viajaram ao Chile.
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Está ótimo resultado gostei do meio com mais pegada o Gabriel Neves ajudou o Pablo Maia na marcação só o ataque qo pardal não soube escalar o Luciano na ponta e Marquinhos de atacante se jogasse com essa formação com a porcada no chiqueiro teríamos segurado o resultado
Parabéns pela diretoria que inflou mais ainda o elenco com jogadores hiper valorizados que não merecem vestir a camisa...
Temos um time reserva com média salarial de 500 mil!!!!!!
Ninguém fala que igor Gomes fica 30 ano titular do sp num jogo que melhora e sempre titular sem fazer ***** nenhuma o Gabriel Neves nem joga e no primeiro jogo querem que sej melhor colocar pra jogarfica um ano em casa como e que o jogador vai jogar nada
Concordo q nikao eh um mico . tenta vender urgente q ainda da tempo ja rigone e gabriel neves ja sao prejuizo vao ter q sair quase de graça
Reservas nao merecem nem a reserva e olha que sao salarios milionarios!!!! So no sp mesmo pra ter esse monte de encosto