Imagem: Robson Mafra/AGIF
A Justiça paulista condenou o São Paulo a pagar R$ 86 mil ao empresário Écio Morgado. O valor, que ainda terá acréscimo de juros, é referente a 5% ao qual Écio teria na transferência de Weverson para o Red Bull Bragantino. Segundo Écio, ele assinou contrato em 2009 com o São Paulo, por meio do qual o clube promete lhe dar 5% sobre todos os atletas por ele encaminhados ao Morumbi, o que seria o caso do lateral esquerdo Weverson, que hoje defende a equipe de Bragança Paulista. AInda cabe recurso.
A juíza Gabriela Fragoso Calasso Costa, que julgou a ação, enfatizou que esta é uma prática recorrente tomada pelo São Paulo. "É curioso observar que o requerido tem o péssimo hábito de não cumprir os documentos que ele mesmo redige e assina", escreveu a magistrada, que já analisou outra ação contra o clube do Morumbi com as mesmas características.
O empresário Écio Morgado, que é representado pelos advogados Gislaine Nunes e Nícolas Neves, também ajuizou outra demanda contra o Tricolor. Morgado pede que o clube paulista seja condenado a repassar R$ 1,4 milhão pela venda de Gustavo Maia para o Barcelona, da Espanha.
O São Paulo alegou que "os serviços de encaminhamento prestados pela autora foram regulados por outro instrumento contratual, que contemplou condições diversas das indicadas na minuta, não tendo o São Paulo Futebol Clube se comprometido a repassar parcela do resultado econômico obtido com a transferência do atleta à autora".
Mas este não foi o entendimento da juíza que proferiu a decisão. "No momento em que interessava ao São Paulo Futebol Clube receber o atleta amador, foram prometidos 'mundos e fundos' à autora. Contudo, quando o rapaz tornou-se profissional e foi repassado ao outro time, o réu tentou invalidar documento que ele próprio redigiu e que havia gerado para a requerente a expectativa de recebimento da comissão", disparou a juíza Gabriela Fragoso Calasso Costa.
Levantamento recente da reportagem com base em ações judiciais protocoladas contra o São Paulo mostra que empresários que indicaram jogadores para as categorias de base da equipe cobram ao menos R$ 12 milhões do Tricolor. Todos alegam que o clube do Morumbi deve a eles comissão por encaminhamento de jogadores e que não foram pagas.
Procurado, o São Paulo afirmou que não vai se manifestar sobre a ação vencida por Écio Morgado.
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O São Paulo não devia fazer negócio com nenhum empresario de atleta nenhum só se for um diamante lapidado , jóia rara faz peneira em Cotia e. Jogador de aproveitador tira fora acabava com estad brigas de processos ,mais também quando o jogador é sem vergonha não tem jeito ,lembram do Maycon quiz sair foi para o Grêmio e cobrou adicional noturno horas extras pois jogou a noite , domingo , feriado .
VERGONHA!!!
Antonio Marcos VAZA DAQUI !!
Q vergonhosa essa diretoria do S.Paulo, caloteiros como o Botafogo. Com isso só afundamos mais ainda em dividas. Tão facil e barato resolver isso, basta voltas aos tempos de peneiras, comi antigamente. Vamos descobrir muitos talentos na vatzea, e não essas franguinhos q frequentam Cotia. Empresario só traz tranqueiras.
Que vergonha, está no trem junto com Botafogo e Cruzeiro!!!