A primeira rodada da fase de grupos dos dois torneios terminou nesta semana com alguns erros de arbitragem que facilmente seriam corrigidos pelo vídeo. Internamente, a cúpula da Conmebol vê como essencial que a curto prazo o VAR esteja em todas as etapas da Libertadores e da Sul-Americana, mas além do custo ainda ser considerado alto alguns estádios teriam problemas estruturais para receber a tecnologia.
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Há quem defenda incluir em regulamento que o clube seja obrigado a escolher um estádio que dê capacidade para instalação dos equipamentos do vídeo, desde sala adequada até segurança, como é feito por exemplo com a obrigatoriedade de ter um aeroporto internacional até 150 km de distância. O tema desagrada federações menores, já que clubes de cidades pequenas teriam que jogar em arenas de municípios maiores longe de suas torcidas.
Há estádios e cidades em que o custo do VAR é menor, mas em outros é maior por causa de deslocamento dos equipamentos e de profissionais aptos a operar e montar os aparelhos. A partir das oitavas normalmente clubes de melhor estrutura estão presentes, diferente de fases preliminares ou até de grupos em que times menores, muitos estreantes, estão na disputa.
A Conmebol passou a utilizar o VAR na Libertadores em 2018, nas quartas de final. Desde 2019 a tecnologia é usada a partir das oitavas de final, mas o plano era para que em 2021 o árbitro de vídeo já aparecesse na fase de grupos, que reúne 32 times divididos em oito chaves. Isso foi antes da pandemia, que gerou prejuízos para a confederação em 2020 e 2021 — apesar da receita de mais de US$ 360 milhões com as competições de clubes.
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Fácil de ser resolvido, pouco interesse em fazê-lo...