O time titular a ser escalado por Rogério Ceni é um mistério, já que o treinador adotou um esquema de revezamento dos jogadores em praticamente todos os jogos da atual temporada. Mas, pelo que foi mostrado até agora em 2022, é possível perceber quem aproveitou melhor as chances na equipe.
LEIA TAMBÉM: Sem Luan, São Paulo coloca Gabriel Neves por troca com o Santos; diz blog
Ceni utilizou 32 jogadores na primeira fase do Paulistão e também nos dois compromissos que teve na Copa do Brasil. Muitos agradaram e tiveram uma sequência maior, enquanto outros renderam menos do que o esperado ou atuaram pouquíssimo por causa de problemas físicos.
Quem, então, ganhou pontos com o técnico neste início de temporada são-paulina? E quem larga mais atrás na disputa por um espaço entre os titulares? O ESPN.com.br lista abaixo a situação de alguns jogadores do Tricolor e como isso pode influenciar na montagem do time para o mata-mata.
EM ALTA
JANDREI
Chegou para ser a sombra de Tiago Volpi e agradou tanto que hoje é titular indiscutível da equipe. Segue invicto no gol do São Paulo (seis vitórias e três empates), com média baixíssima de gols (apenas dois sofridos), e com a confiança da torcida. Mostrou segurança com as mãos e os pés, além de agradar no aspecto de liderança, o que faz dele uma das grandes novidades do time de 2022.
DIEGO COSTA
Teve um ano difícil em 2021, após perder muito espaço depois da saída de Fernando Diniz, e chegou a ser tratado como carta fora do baralho do elenco. Mas conquistou Ceni por estar em melhor forma física e técnica do que os concorrentes e por ser o zagueiro que mais participa da construção de jogo, algo que o técnico tanto valoriza demais. Hoje, parece difícil escalar a zaga tricolor sem o jovem de Cotia.
PABLO MAIA
De longe a grande surpresa que o São Paulo de 2022 apresentou à torcida. Saiu direto da Copinha, onde o clube chegou às semifinais, para o banco do time principal. Entrou no segundo tempo contra a Ponte Preta e não saiu mais. O garoto aproveitou a brecha em uma posição carente, tomou conta de um espaço que antes só tinha Luan e está consolidado como titular de Rogério Ceni.
NESTOR
Ninguém jogou mais vezes que o camisa 25 na atual temporada. Com um gol e duas assistências, Nestor começou o ano como primeiro homem de meio-campo e, aos poucos, foi se encontrando em uma posição mais ofensiva, com liberdade para armar o time e se aproximar do ataque. É mais um garoto de Cotia que tem crédito de sobra e provavelmente será titular no mata-mata do Paulista.
EDER
De possível dispensado até capitão em muitas ocasiões. O ex-atacante da seleção italiana deu a volta por cima na pré-temporada e virou peça importante na recuperação do São Paulo no Paulista, após um início bastante irregular. Pode jogar como centroavante fixo ou como parceiro de Jonathan Calleri, em uma dupla já usada em alguns jogos no ano. Ganhou moral também pela liderança extracampo.
EM BAIXA
MIRANDA
Grande parceiro de Ceni no tricampeonato brasileiro entre 2006 e 2008, o zagueiro foi titular no ano passado, mas teve sua sequência prejudicada após contrair COVID na pré-temporada. Perdeu espaço para Diego Costa e não conseguiu boas atuações quando ganhou oportunidades. Hoje, apesar de sempre ser capitão quando está em campo, é reserva, até pelo estilo mais participativo na armação de jogo que Rogério exige dos zagueiros.
WELINGTON
Era titular da lateral esquerda quando Ceni substituiu Crespo, em setembro de 2021, e nunca mais recuperou o futebol da temporada passada. Jogou quatro vezes no ano, mas só duas como titular e uma o tempo inteiro. Está atrás de Reinaldo e até de Léo, usado mais pelo técnico quando Rafinha é escalado na direita. Precisa reconquistar o espaço que parecia ter garantido no ano passado.
LUAN
O volante tem apenas sete minutos em campo sob comando de Rogério Ceni, ao entrar no finalzinho do jogo contra o Manaus, pela Copa do Brasil. Enfrentou problemas de lesão que o deixaram meses afastado e prejudicaram sua sequência com o técnico. Agora recuperado, larga atrás de Pablo Maia e vai precisar se esforçar para tomar a posição de titular no meio-campo.
PATRICK
Dos reforços, é quem menos conseguiu uma sequência. Atuou nos dois primeiros jogos da temporada, machucou-se em seguida e ficou longas semanas no estaleiro até ser liberado para voltar. Além da falta de ritmo, o ex-jogador do Internacional aparenta estar fora de forma a ponto de não conseguir atuar por 90 minutos em uma mesma partida. Larga atrás em um setor concorrido do elenco.
NIKÃO
Acostumado a ter uma pré-temporada mais longa no Athletico-PR, o novo camisa 10 são-paulino até agora vive de lampejos. Teve boa atuação no clássico contra o Santos, por exemplo, mas bateu de forma displicente um pênalti contra o Ituano, no jogo passado. Está bem aquém da expectativa depositada em um reforço como ele, então precisa evoluir para adquirir o status de dono da posição.
aprovado, larga, atrás, briga, vaga, titular, time, Rogério Ceni

Boa SERGIO GANDINI, gostei do seu comentario e olhe la se o TREINADOR de VARZEA não cair antes do Inicio do Brasileiro.
Rogério pode terminar o campeonato sem saber quem são os titulares. Não jogou se quer um jogo com os 11 titulares, porisso o time ainda não tem entrosamento, a sorte é que a maioria dos jogos mesmo sofrendo jogou com times pequenos sem investimentos. Agora na reta final é para jogar com os titulares se chegar na final terá o time um pouco entrosado..