Lateral-direito liga mais velhos a garotos e assume papel de líder no São Paulo
Fonte globoesporte
18 de Março de 2022
Rafinha: postura de liderança elogiada no dia a dia do São Paulo — Foto: Marlon Costa/Futura Press
Rafinha tem exatos dois meses de São Paulo. O curto período de 60 dias, porém, foi suficiente para o lateral-direito se sentir à vontade no CT da Barra Funda. Os relatos são de que o experiente jogador de 36 anos se comporta como um veterano de clube, assumindo um papel de liderança que satisfaz desde os jovens até a diretoria.
Segundo fontes presentes no dia a dia do CT da Barra Funda, o impacto de Rafinha é imediato, nascido desde os primeiros dias de pré-temporada. Tratado como um “líder positivo” e alçado até ao posto de capitão em alguns jogos, o camisa 13 são-paulino possui uma função de ligar os mais velhos do elenco aos mais jovens.
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Rafinha é um dos poucos atletas do elenco que transita com facilidade por todos os grupos e age como um link entre eles. Próximo de atletas mais experientes como Miranda, Eder, Reinaldo, o ala também “resenha” com os estrangeiros, os garotos de Cotia e quem chegou junto neste ano.
Sobre os jovens são-paulinos, aliás, Rafinha tem tido uma relação importante com estes atletas. Dois fatores soam como exemplo: a postura nos treinos e a relação pessoal com cada um dos garotos.
São comuns cenas de Rafinha conversando particularmente com jogadores como Pablo Maia, Nathan, entre outros. Além da famosa “resenha”, que o veterano gosta, dicas de posicionamento e conselhos fazem parte do contato pessoal.
A postura tem agradado a diretoria como um todo. Uma das fontes consultadas pelo ge afirmou que Rafinha “tem sido justamente o que esperavam”.
Além do trato elogiável até aqui com os atletas, Rafinha surge como exemplo pela postura nos treinamentos. Sem “tirar o pé” e trabalhando em alto ritmo de intensidade, o camisa 13 puxa a fila de exemplos de ética de trabalho, tão valorizada pela comissão técnica.
Os elogios se refletem na confiança rápida depositada por Rogério Ceni. Rafinha já assumiu a braçadeira de capitão do time e incorpora o papel de líder de vestiário bem à vontade. Não são raras as vezes que o lateral assume os últimos discursos de incentivos pré-jogo nos vestiários.
Essa combinação de fatores tornam a análise sobre Rafinha extremamente positiva, do ponto de vista de diferentes fontes ouvidas pela reportagem. Aos 36 anos, a impressão de pessoas do clube é que o ala está há tempos vestindo tricolor, e não apenas dois meses passados desde a apresentação em 17 de janeiro.
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Rafinha tem exatos dois meses de São Paulo. O curto período de 60 dias, porém, foi suficiente para o lateral-direito se sentir à vontade no CT da Barra Funda. Os relatos são de que o experiente jogador de 36 anos se comporta como um veterano de clube, assumindo um papel de liderança que satisfaz desde os jovens até a diretoria.
Segundo fontes presentes no dia a dia do CT da Barra Funda, o impacto de Rafinha é imediato, nascido desde os primeiros dias de pré-temporada. Tratado como um “líder positivo” e alçado até ao posto de capitão em alguns jogos, o camisa 13 são-paulino possui uma função de ligar os mais velhos do elenco aos mais jovens.
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Rafinha é um dos poucos atletas do elenco que transita com facilidade por todos os grupos e age como um link entre eles. Próximo de atletas mais experientes como Miranda, Eder, Reinaldo, o ala também “resenha” com os estrangeiros, os garotos de Cotia e quem chegou junto neste ano.
Sobre os jovens são-paulinos, aliás, Rafinha tem tido uma relação importante com estes atletas. Dois fatores soam como exemplo: a postura nos treinos e a relação pessoal com cada um dos garotos.
São comuns cenas de Rafinha conversando particularmente com jogadores como Pablo Maia, Nathan, entre outros. Além da famosa “resenha”, que o veterano gosta, dicas de posicionamento e conselhos fazem parte do contato pessoal.
A postura tem agradado a diretoria como um todo. Uma das fontes consultadas pelo ge afirmou que Rafinha “tem sido justamente o que esperavam”.
Além do trato elogiável até aqui com os atletas, Rafinha surge como exemplo pela postura nos treinamentos. Sem “tirar o pé” e trabalhando em alto ritmo de intensidade, o camisa 13 puxa a fila de exemplos de ética de trabalho, tão valorizada pela comissão técnica.
Os elogios se refletem na confiança rápida depositada por Rogério Ceni. Rafinha já assumiu a braçadeira de capitão do time e incorpora o papel de líder de vestiário bem à vontade. Não são raras as vezes que o lateral assume os últimos discursos de incentivos pré-jogo nos vestiários.
Essa combinação de fatores tornam a análise sobre Rafinha extremamente positiva, do ponto de vista de diferentes fontes ouvidas pela reportagem. Aos 36 anos, a impressão de pessoas do clube é que o ala está há tempos vestindo tricolor, e não apenas dois meses passados desde a apresentação em 17 de janeiro.
Lateral-direito, liga, velhos, garotos, assume, papel, líder, São Paulo
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Esse cara é monstro dentro de campo!
Esse sim , foi uma excelente contratação, nunca se achou melhor que ninguém, espero que continue assim e em bom rendimento durante mais 3 temporadas.
Que diferença para outro veterano da lateral direita que passou por aqui e que se dizia são-paulino…