Casares disse que o valor se justifica principalmente pela decisão de não vender duas promessas do clube. Gabriel Sara e Rodrigo Nestor tinham propostas para saírem do tricolor, mas o presidente decidiu manter os jogadores, e assim perder cerca de 17 milhões de euros (que dariam R$ 107,27 milhões na cotação do fim de dezembro).
Os meias tiveram proposta da Ucrânia (Nestor) e dos Estados Unidos (Sara).
– Em dezembro, tínhamos propostas para dois atletas que somariam 17 milhões de euros. Esse déficit não apareceria. Apresentaríamos um superávit um pouco pequeno. Mas são dois atletas promissores, que vão ter valorização maior. Se vendo por esse valor, vou balizar as demais revelações para a próxima janela por um valor menor. Acreditamos na valorização do atleta. Estamos fazendo esse sacrifício para na próxima janela ter a necessidade da venda. Estamos deixando os atletas por duas, três temporadas cheias, para deixar um legado esportivo – disse Casares.
– Às vezes, as propostas chegam de centros esportivos que não são bons para o atleta. É importante que vá para um time da Europa, que dispute grandes competições, para cenários de maior penetração no mundo. Não que a liga americana não tenha qualidade, que a Ucrânia não tenha. Pensando nas finanças do São Paulo, fizemos um sacrifício. Poderia vender dois atletas por 17 milhões de euros e apresentar um superávit. Preferi apresentar o déficit e dar um salto importante em 2022, valorizando a base do São Paulo – completou.
m balanço já com grandes resultados.
– É um déficit inferior ao déficit anterior. Mas não queremos déficit: queremos superávit. Para chegar ao superávit, precisamos valorizar nossos ativos. Não posso vender o jogador por qualquer moeda.
Segundo Casares, o déficit era esperado. Ele reforçou que preferiu manter os atletas assediados pelo exterior.
Tentando se justificar, o presidente são paulino ainda falou que o déficit já era previsto.
– Já estava no planejamento, com todas as dificuldades do cenário econômico, de transação de atletas, um resultado ainda deficitário. Mas preferimos manter um time, um legado esportivo, com maior valorização dos nossos ativos, dos jovens. (...) O déficit que será apresentado, embora menor do que o anterior, poderia ter sido resolvido e sanado se tivéssemos vendido dois atletas. E tínhamos condições de vendê-los. Mas aí o São Paulo teria um grande prejuízo esportivo.
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Esquece ses mlks nao vao vender sao ruins
Pensamento totalmente equivocado esse do Casares. Déficits sucessivos vão sangrar o São Paulo até a morte pela necessidade de rolagem da dívida. Lamentavelmente estamos caminhando a passos largos para nos tornarmos o cruzeiro paulista.
Isso jamais deveria ser uma desculpa...
Tem que saber trabalhar com o que tem, não ficar pensando em vender o almoço pra comprar a janta.