A decisão do São Paulo em demitir o coordenador da base, Pedro Smania, expõe um racha nas categorias de base do clube neste começo de temporada.
No começo de 2021, o presidente Julio Casares assumiu o comando do clube e fez algumas mudanças na base. A principal foi a contratação de Marcos Biasotto para a função de diretor-executivo de futebol.
Pouco tempo depois, Milton Cruz também foi contratado para ser assessor técnico da base, com o papel de selecionar jogadores para participar de treinamentos com o elenco principal. A função durou sete meses, até ele se transferir para a Barra Funda por um pedido de Muricy Ramalho.
Era o início de uma mudança de perfil em Cotia sob nova administração. Uma das principais movimentações foi a maior atuação no mercado com a contratação de jogadores, algo que não era habitual nos últimos anos. Essa nova política ficou longe de ser unanimidade no clube.
A mais badalada das contratações foi a de Facundo Milán, atacante uruguaio que não conseguiu se destacar no sub-20 e deve deixar a equipe antes mesmo do fim de seu contrato. Recentemente, o Tricolor contratou o nigeriano Azeez Olalekan Balogun, de 18 anos.
Mudanças de profissionais das diversas áreas também causaram desaprovações em alguns setores, o que tem deixado alguns funcionários descontentes.
Fontes ouvidas pela reportagem do ge apontam que a principal justificativa para o desligamento de Pedro Smania, que estava há cinco anos no São Paulo, foi a falta de proximidade entre as comissões técnicas do sub-17 e do sub-20.
Além disso, também havia uma visão de que o coordenador não se encaixava mais no perfil proposto pela atual diretoria.
Desde o começo desse ano, Marcelo Vilhena passou a coordenar as categorias abaixo do sub-16, enquanto Smania cuidava do sub-17 e sub-20. Porém, ainda não há qualquer definição sobre se Vilhena abraçará as duas divisões ou se outro profissional chegará para ocupar essa lacuna.
Outras demissões são esperadas nas categorias de base para as próximas semanas. O discurso é de que elas serão pontuais e necessárias nesse momento.
O clube foi procurado para comentar o tema, mas afirmou em breve comunicado que prefere não se manifestar. Pedro Smania também foi contatado e preferiu não comentar.

Se esse tal de Pedro Smania alegava falta de proximidade entre as categorias Sub 17 e Sub 20, ele é um puta de um incompetente, pois as duas categorias eram administradas por ele mesmo. Quem sabe agora a base passe a ser melhor administrada e paremos de perder tantos jogadores em fim de contrato.
Fontes ouvidas pela reportagem do ge apontam que a principal justificativa para o desligamento de Pedro Smania, que estava há cinco anos no São Paulo, foi a falta de proximidade entre as comissões técnicas do sub-17 e do sub-20.
Além disso, também havia uma visão de que o coordenador não se encaixava mais no perfil proposto pela atual diretoria.
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Se for isso mesmo que aconteceu,estou de acordo!
Quem contratou “este profissional”,foi o Leco,porque ele já estava 5 anos,trabalhando na base e o casares assumiu faz pouco tempo(1 ano e alguns meses)…
Com a chegada de Casares,entraram Muricy que conhece bem o clube e tbem quer sempre bem ao clube,assim como o Ceni que,após a demissão do Crespo,passou a utilizar mais a base,como este ano,que ele subiu Caio,Juan e outros…
Presidente Blogueirinho.
Essea moleques da base não sabem chutar, aí chegam no profissional e é uma tragédia nas finalizações. Ai me vem a pergunta. Em Cotia ninguém treina finalização???
A safadagem já começa na base. Tem q voltar as peneiras, pegar uma mlk de pé no chão como antigamente e revelavamos grandes craques. Agora só jogador de empresario, cheio de não me toque, mas futebol mesmo nada.