Cria das categorias de base do São Paulo, Jeff Silva conta sua história

Fonte ESPN
Jeff Silva em ação pelo Náutico Adalberto Marques/AGIF - Gazeta Press
Aos 35 anos, Jeff Silva tem mais de 20 clubes no currículo e muitas histórias para contar. Cria das categorias de base do São Paulo, o lateral-esquerdo atuou ao lado vários craques consagrados e foi comandado por treinadores conhecidos, incluindo Paulo Sousa, do Flamengo.

Após começar no Coritiba, ele chegou ao Tricolor aos 17 anos e chegou a fazer vários treinos na equipe profissional, comandada à época por Muricy Ramalho.

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“Teve vez que teve um treino dos juniores contra o profissional que foi conturbado e até saiu no jornal (risos). O [atacante] Leandro deu um drible, eu dei uma chegada mais forte e teve uma grande discussão. Me chamaram de juvenil. O Muricy falou que eu tinha personalidade forte porque não abaixei a cabeça para um cara mais velho', disse ao ESPN.com.br.
"Depois, um jogador me disse: ‘Se você machucasse o Leandro às vésperas de um jogo pela Libertadores os caras iam te mandar embora’ (risos) Aprendi demais no São Paulo a ser um profissional e a ser homem. É um lugar maravilhoso porque te dá estudo e todas as condições”.
“A gente dava a vida nos treinos, mas o São Paulo era uma geração que tinha vencido tudo. Na minha posição tinha caras muito bons como Júnior, Lucio e o Richarlyson, que jogava de volante e lateral. Eu era destaque da base, mas não estava preparado ainda para jogar no profissional”, contou.

Sem espaço no time do Morumbi, Jeff foi emprestado ao Beira-Bar para jogar a segunda divisão portuguesa antes de voltar ao Tricolor e disputar a Copa São Paulo de futebol júnior de 2005. Mesmo com um time que contava com o volante Jean e o zagueiro Alex Silva, a equipe foi eliminada na primeira fase.
“A gente tinha muitos jogadores bons que desceram do profissional, mas achamos que íamos ganhar quando queríamos, mas não foi assim”.
Em seguida, o lateral foi cedido ao Londrina e disputou o Paranaense. Com o destaque, foi para o Avaí. “Foi onde tudo aconteceu na minha carreira. Vencemos o clássico dentro da casa Figueirense depois de 22 anos, recebi um carro do presidente e conseguimos o acesso para a Série A em 2008”, recordou.
Aventuras na Europa
No fim do ano, Jeff Silva estava quase vendido para o Lokomotiv-RUS, mas transferiu-se para o tradicional Estrela Vermelha, maior time da Sérvia e campeão da Champions League de 1991.
“Não tinha ideia da grandeza dessa equipe. O Tadic, ex-goleiro do Vasco, me falou que estava indo para o Flamengo do leste europeu. Sai no verão brasileiro para enfrentar a neve na Sérvia. Tinha um monte de gente me esperando e até jornalistas. Joguei com vários caras que disputaram Copa do Mundo pela Sérvia. Fomos fazer uma pré-temporada no Chipre e viram que não era bobo porque sabia driblar, dar caneta e chapéu. Cai nas graças dos caras porque sou resenha (risos)”, afirmou.
“Eu tinha um contrato de cinco anos, mas o clube passou por uma grave crise financeira e queriam abaixar o meu salário. Nisso, meu empresário tentou me levou para alguns clubes e não conseguimos. Depois de cinco meses, fui passar férias no Brasil e resolvi voltar de vez”, afirmou.
Em 2010, Jeff jogou por Monte Azul, Fortaleza e Náutico, no qual conseguiu o acesso para a Série A do Brasileirão. Com o destaque, transferiu-se para o Videoton, da Hungria, sendo comandado por Paulo Sousa.
“No Brasil eu jogava quase sempre como lateral que só atacava. O Paulo é um cara sensacional e foi treinador que taticamente mis me ensinou ao longo da carreira. Ele pegava muito no meu pé para evoluir na marcação, no posicionamento e até nos gestos dentro de campo”, contou.
Jeff ainda defendeu o Diósgyör, também da Hungria, ABC e Paulista de Jundiaí, quando reencontrou o São Paulo. “O Rogério me elogiou depois do jogo, mas não lembrava que eu tinha passado por lá porque naquela época eu ainda tinha o cabelo curto”.
Depois, ele jogou por Ceilândia, Boavista, Resede e Hercílio Luz. Em 2017, foi campeão gaúcho pelo surpreendente Novo Hamburgo antes de jogar por Vitória da Conquista, Imperatriz, Taubaté e Moto Club, pelo qual venceu o Estadual.

Em 2022, o andarilho da bola irá jogar pelo Amazônia Independente FC, clube da primeira divisão do Pará. “O treinador Mateus Lima que acredita que eu vou ajudar muito o time no campeonato e eu estou focado para fazer uma grande temporada. Ainda tenho muitas condições de jogar bem”, finalizou.
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Comentários

evaldo tadeu
0 0
03/01/2022 11:40:26

Karay o Rui cabeção la na foto eu conheco! K

jefferson jardim de carvalho torres
3 1
02/01/2022 18:08:23

Não sei quem é, também não tenho interesse em saber.

paulo roberto miranda
1 0
02/01/2022 17:29:08

Precisa redigir melhor esse texto.

william campos
2 0
02/01/2022 17:07:42

Que ***** de matéria.

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