O ex-gremista de 36 anos chega justamente com a missão de apagar os recentes fracassos da letal-direita do Tricolor Paulista. Os últimos jogadores que se destacaram na posição foram Cafú, de 1990 a 94, e Cicinho, entre 2004 e 2005. Desde então, diversos nomes chegaram, mas nenhum se firmou.
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Maurinho, Néicer Reasco, Éder Sciola, Jancarlos, Wagner Diniz, Adrian Gonzalez, Nelson Saavedra, Ivan Piris, Douglas, Luis Ricardo, Carlinhos, Bruno, Buffarini, Auro e Bruno Peres, foram alguns nomes que passaram pela equipe e nunca conseguiram emplacar uma sequência.
Já em 2019, os torcedores criaram grandes expectativas com as baladas contratações de Daniel Alves e Juanfran. Apesar da experiência, o espanhol teve dificuldades para se adaptar ao futebol nacional. Disputou 56 partidas e não marcou nenhum gol.
O brasileiro, por sua vez, até começou bem a sua trajetória no Tricolor e ajudou o time a sair da fila de títulos com o troféu do Paulistão, mas, com o decorrer do tempo, foi se envolvendo em polêmicas e irritando os torcedores são-paulinos.
O primeiro grande problema do lateral foi quando ele lesionou o braço e foi flagrando tocando um instrumento em sua casa. Mais tarde, ele optou por defender a Seleção Olímpica em Tóquio e perdeu jogos importantes pelo São Paulo. Em seu retorno, ele negou se reapresentar no CT da Barra Funda até que a sua dívida fosse quitada. Com isso, seu contrato foi rescindido e sobrou uma dívida de quase R$ 25 milhões para o clube.
Enquanto isso, quem vem recebendo oportunidades na posição é Igor Vinícius. Nesta temporada, ele disputou 40 partidas, mas ainda segue sem convencer. Não à toa, Rogério Ceni vem improvisando diversos atletas no setor, como Marquinhos, Igor Gomes, Shylon e Gabriel Sara. Vale ressaltar que alguns deles atuaram como alas, já que em muitos embates o comandante utilizou uma formação com três zagueiros.
Em 2022, portanto, Rafinha tentará enfim afastar esse fantasma da lateral são-paulina. O defensor chega após uma rápida passagem pelo Grêmio.
Rafinha, Lateral, São Paulo
Dizem que é paneleiro. Se vier pra jogar bola, será legal. Mas se começar com grupinho, fudeu. Só vai atrapalhar.
Não esperem que ele venha jogando muito, apoiando e dando assistências.
Ele vai fazer o feijão com arroz, dando sustentabilidade pra defesa. Não vai ser mais aquele sufoco que era com Igor Vinicius, Orejuela ou qualquer perna de pau improvisado.