Conselho do SPFC aciona advogado e nega envolvimento de membro em atentado
Fonte UOL Esporte
19 de Novembro de 2021
O presidente do Conselho Deliberativo do São Paulo, Olten Ayres de Abreu Jr., acionou o advogado que representa o clube na ação sobre o atentado ao ônibus do clube em janeiro deste ano depois de que a informação de que a Polícia Civil investiga a participação de conselheiro veio a público. Em carta que o UOL Esporte teve acesso, o advogado Pedro Ivo Gricoli Iokoi respondeu ao órgão que a suspeita não consta na denúncia apresentada pelo Ministério Público.
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"O Conselho Deliberativo do São Paulo Futebol Clube repudia qualquer ato de violência. O órgão ficou estarrecido com o fato de um integrante, não identificado, ter sido citado como suspeito de arquitetar o ataque ao ônibus da delegação da equipe profissional de futebol, que transportava também a atual diretoria. O Conselho acionou o advogado que acompanha o caso pelo Clube, e fomos informados de que no inquérito e no processo não há qualquer até o momento menção a conselheiro como participe da ação", disse Abreu Jr., em nota.
Na carta enviada ao Conselho Deliberativo, Iokoi explica que a suspeita foi mencionada pelo juiz de primeira instância e depois citada na decisão que concedeu liberdade provisória a Rebert Pereira, um dos réus do caso, como mostrou o UOL Esporte. Ele completa dizendo que a denúncia foi regulamentada pela promotoria contra 14 pessoas que estariam envolvidas na ação - elas foram presas em flagrante, mas respondem em liberdade -, "sem mencionar o nome ou a hipótese de que os acusados teriam recebido informações privilegiadas que pudessem ter auxiliado a empreitada criminosa".
Como mostrou o UOL Esporte, a investigação do incidente corre sobre sigilo na Justiça. O nome do conselheiro investigado pela Polícia Civil não foi revelado. Desde a época do atentado havia no São Paulo a desconfiança de que alguém de dentro do clube teria vazado detalhes da logística que o ônibus faria naquele dia. Além dos jogadores e da comissão técnica, estavam no veículo o presidente Júlio Casares e membros da diretoria.
Os criminosos chegaram ao local horas antes da passagem do ônibus, e montaram uma pequena estrutura em um galpão abandonado, onde foram encontrados dois carros, pedaços de madeira, metal, pedras e explosivos, o que corrobora a tese de que existia conhecimento prévio da rota.
Pressionado na época por uma série de quatro jogos sem vitórias, o São Paulo foi para o Morumbi em uma rota diferente da que costumava fazer. O veículo foi atacado em uma rua por onde quase nunca passava normalmente. Quatorze pessoas foram identificadas e presas em flagrante na época, mas já respondem em liberdade.
São Paulo, Conselho, Ataque, Ônibus, SPFC
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"O Conselho Deliberativo do São Paulo Futebol Clube repudia qualquer ato de violência. O órgão ficou estarrecido com o fato de um integrante, não identificado, ter sido citado como suspeito de arquitetar o ataque ao ônibus da delegação da equipe profissional de futebol, que transportava também a atual diretoria. O Conselho acionou o advogado que acompanha o caso pelo Clube, e fomos informados de que no inquérito e no processo não há qualquer até o momento menção a conselheiro como participe da ação", disse Abreu Jr., em nota.
Na carta enviada ao Conselho Deliberativo, Iokoi explica que a suspeita foi mencionada pelo juiz de primeira instância e depois citada na decisão que concedeu liberdade provisória a Rebert Pereira, um dos réus do caso, como mostrou o UOL Esporte. Ele completa dizendo que a denúncia foi regulamentada pela promotoria contra 14 pessoas que estariam envolvidas na ação - elas foram presas em flagrante, mas respondem em liberdade -, "sem mencionar o nome ou a hipótese de que os acusados teriam recebido informações privilegiadas que pudessem ter auxiliado a empreitada criminosa".
Como mostrou o UOL Esporte, a investigação do incidente corre sobre sigilo na Justiça. O nome do conselheiro investigado pela Polícia Civil não foi revelado. Desde a época do atentado havia no São Paulo a desconfiança de que alguém de dentro do clube teria vazado detalhes da logística que o ônibus faria naquele dia. Além dos jogadores e da comissão técnica, estavam no veículo o presidente Júlio Casares e membros da diretoria.
Os criminosos chegaram ao local horas antes da passagem do ônibus, e montaram uma pequena estrutura em um galpão abandonado, onde foram encontrados dois carros, pedaços de madeira, metal, pedras e explosivos, o que corrobora a tese de que existia conhecimento prévio da rota.
Pressionado na época por uma série de quatro jogos sem vitórias, o São Paulo foi para o Morumbi em uma rota diferente da que costumava fazer. O veículo foi atacado em uma rua por onde quase nunca passava normalmente. Quatorze pessoas foram identificadas e presas em flagrante na época, mas já respondem em liberdade.
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Diretores querendo esconder o conselheiro ou diretor (pra não dizer um vândalo) que mandou fazer esse ato criminoso. Talvez com medo de que esse vândalo que fez isso entregue os outros diretores.