Para Muricy, Rogério Ceni tem perfil para ser técnico quando pendurar as chuteiras
Jogador também poderia atuar como dirigente, analisa o comandante
Fonte Globo Esporte
16 de Maio de 2009
Muricy Ramalho já tem dentro do elenco do São Paulo um jogador com grande potencial para seguir a profissão de treinador: Rogério Ceni. O comandante tricolor acha que o ídolo leva muito jeito para a profissão e pode se destacar também quando pendurar as chuteiras. Se o goleiro não quiser se "estressar" com os percalços da função, pode ainda trabalhar como dirigente. Muricy garante que o camisa 1 é o candidato perfeito para o emprego.
- Ser treinador não é fácil, mas ele tem o perfil, poderia ser um bom técnico. Ou ainda trabalhar como dirigente, como um cara que comanda. Ele tem estudo e caminha para exercer a função de gestor. Além do conhecimento do futebol tem que ter o comando, e ele tem. Mas não sei se vai querer ser treinador - ressaltou Muricy.
Ceni operou uma fratura no tornozelo esquerdo e tem um prazo inicial de seis meses para voltar a jogar. Passado o período em que precisou ficar sem tocar o pé no chão, agora o goleiro trabalha no Reffis e convive com o elenco diariamente. Se faz falta em campo, pelo menos o capitão ajuda estando por perto.
- A gente já sabia que ele seria uma ausência sentida. É o cara que sai com a bola, é o líbero, jogando com o pé é importantíssimo, estava agarrando muito, e faz sempre falta. Agora está aqui com a gente todos os dias, o que já ajuda - completou o treinador.
- Ser treinador não é fácil, mas ele tem o perfil, poderia ser um bom técnico. Ou ainda trabalhar como dirigente, como um cara que comanda. Ele tem estudo e caminha para exercer a função de gestor. Além do conhecimento do futebol tem que ter o comando, e ele tem. Mas não sei se vai querer ser treinador - ressaltou Muricy.
Ceni operou uma fratura no tornozelo esquerdo e tem um prazo inicial de seis meses para voltar a jogar. Passado o período em que precisou ficar sem tocar o pé no chão, agora o goleiro trabalha no Reffis e convive com o elenco diariamente. Se faz falta em campo, pelo menos o capitão ajuda estando por perto.
- A gente já sabia que ele seria uma ausência sentida. É o cara que sai com a bola, é o líbero, jogando com o pé é importantíssimo, estava agarrando muito, e faz sempre falta. Agora está aqui com a gente todos os dias, o que já ajuda - completou o treinador.
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