Sampa descarta Molina e segue sem um meia
Colombiano foi descartado para ser o armador do Tricolor em troca com Wagner Diniz, mas foi vetado
Fonte Lance!
14 de Maio de 2009
O São Paulo ainda reclama da ausência de um meia, mas, na última semana, abriu mão de ter Molina. O santista seria trocado, por empréstimo até o fim do ano, pelo lateral-direito Wagner Diniz. A negociação não envolveria valores financeiros, estava fechada e aprovada pelo técnico santista, Vágner Mancini.
Porém, a comissão técnica do Tricolor, e o presidente Juvenal Juvêncio, vetaram a chegada de Molina.
As conversas se iniciaram quando a diretoria do clube alvinegro manifestou desejo de contar com Wagner Diniz no resto da temporada. A proposta era por um empréstimo gratuito. Posteriormente, o Santos topou ceder o colombiano ao rival.
Havia pressa para concluir a troca, uma vez que o regulamento inicial do Campeonato Brasileiro impedia que um jogador entrasse em campo por duas equipes distintas.
A CBF retrocedeu na decisão e voltou a permitir seis jogos. Tanto Wagner
Diniz, quanto Molina entraram no segundo tempo dos jogos. O lateral teve
participação discreta contra o Fluminense, enquanto o meia, de falta, garantiu o empate santista diante do Grêmio.
– Estamos procurando o homem de ligação há algum tempo. Temos dificuldade em achar um homem que controle mais o jogo – lamentou Muricy Ramalho, que negou a hipótese da troca, logo depois da derrota por 1 a 0 no Maracanã.
O LANCENET! apurou que, além da falta de prestígio de Molina entre os são-paulinos, a proximidade do acerto com Marlos e o sonho com Ronaldinho Gaúcho, adiaram a chegada do tão esperado armador de Muricy.
Porém, a comissão técnica do Tricolor, e o presidente Juvenal Juvêncio, vetaram a chegada de Molina.
As conversas se iniciaram quando a diretoria do clube alvinegro manifestou desejo de contar com Wagner Diniz no resto da temporada. A proposta era por um empréstimo gratuito. Posteriormente, o Santos topou ceder o colombiano ao rival.
Havia pressa para concluir a troca, uma vez que o regulamento inicial do Campeonato Brasileiro impedia que um jogador entrasse em campo por duas equipes distintas.
A CBF retrocedeu na decisão e voltou a permitir seis jogos. Tanto Wagner
Diniz, quanto Molina entraram no segundo tempo dos jogos. O lateral teve
participação discreta contra o Fluminense, enquanto o meia, de falta, garantiu o empate santista diante do Grêmio.
– Estamos procurando o homem de ligação há algum tempo. Temos dificuldade em achar um homem que controle mais o jogo – lamentou Muricy Ramalho, que negou a hipótese da troca, logo depois da derrota por 1 a 0 no Maracanã.
O LANCENET! apurou que, além da falta de prestígio de Molina entre os são-paulinos, a proximidade do acerto com Marlos e o sonho com Ronaldinho Gaúcho, adiaram a chegada do tão esperado armador de Muricy.
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