A indefinição sobre o local do primeiro jogo entre Chivas e São Paulo pelas oitavas de final da Libertadores fez a Conmebol cogitar até mesmo marcar as duas partidas no Morumbi. A diretoria deu a entender que a vantagem de atuar duas vezes em casa não é tão favorável pela pressão sobre o time, mas os atletas mostram entusiasmo.
Disputando o principal torneio do continente pela primeira vez em sua carreira, Jean não escondeu a alegria que teria caso pudesse definir a vaga nas quartas de final somente no estádio em que está mais habituado a atuar. Contudo, preferiu evitar polêmica e seguir o discurso de seus superiores.
"Pela lógica, como jogador, gostaria de jogar as duas no Morumbi. Mas a diretoria e a comissão técnica têm mais experiência que eu, que sou apenas um menino começando a carreira agora. Se eles falam que não são favoráveis, vou com eles até o fim. Mas não seria um mau negócio", reforçou.
Apesar da expectativa do volante, a Confederação Sul-americana tem procurado outras alternativas. A entidade conseguiu a aprovação das autoridades de Montevidéu para que o primeiro duelo entre o Nacional local e o San Luis, do México, ocorra na capital do Uruguai. O mais provável, porém, é que este confronto seja marcado para o Brasil - no Morumbi ou no Couto Pereira, oferecido pelo Coritiba -, deslocando Chivas e São Paulo para Montevidéu.
Enquanto a decisão oficial não é divulgada, a ansiedade domina o plantel de Muricy Ramalho. "Claro que poder atuar com nossa torcida e é em casa é legal, mas o bom é jogar, independentemente de onde seja", apontou André Dias.
"Infelizmente o México passa por uma situação delicada e entramos nesta indefinição. Aqui ou não, só espero que tudo seja definido logo para podermos focar no primeiro jogo e em outra fase, se passarmos pelo Chivas", completou o zagueiro.
Mais do que seguir o planejamento em busca do tetracampeonato na América do Sul, ter compromissos é uma necessidade para que os jogadores possam, finalmente, deixar de treinar para participar de partidas oficiais. "Nosso corpo adquiriu isso de jogar e depois ter três, quarto dias para descansar. No máximo uma semana. De repente a gente para e fica ansioso. Ainda bem que está acabando", aliviou-se Jean, que enfrenta o Fluminense no domingo pelo Brasileiro.
Chance de Morumbi ser casa do Chivas anima são-paulinos
Fonte Gazeta Esportiva
5 de Maio de 2009
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