Rogério Ceni não vai estar em seu lugar habitual no clássico entre São Paulo e Corinthians, domingo, no Morumbi. Mas, certamente, o jogador vai estar no estádio. Pelo menos este foi o conselho que ele ouviu do médico Rene Abdalla, responsável pela sua cirurgia segunda, com Marcelo Prado.
– Até recomendei isso a ele. O Rogério pode pegar a muleta dele, ou até uma cadeira de roda e ir assistir ao clássico, para ficar mais perto dos jogadores. Só vou pedir para ele deixar a perna em elevação, porque, no início, não é muito bom ficar com o pé muito tempo para baixo – explicou Rene Abdalla.
Em quanto tempo o Rogério deve deixar o hospital?
Acho que entre hoje ou amanhã ele deve receber alta. Como ele ainda tem um pouco de dor, por causa da cirurgia que foi feita e da região, é possível que a gente segure um pouco mais para que ele possa sair melhor.
Muitas pessoas já estão perguntando se ele vai poder ir ao Morumbi domingo. É possível?
Claro que sim, até recomendei isso a ele. O Rogério pode pegar a muleta dele, ou até uma cadeira de roda e ir assistir ao clássico no domingo, para ficar mais perto dos jogadores. Só vou pedir para ele deixar a perna em elevação, porque, no início, não é muito bom ficar com o pé muito tempo para baixo.
Como está a recuperação dele dois dias após a cirurgia?
Está muito boa, viu. O inchaço na região já diminuiu muito. Isso é uma coisa muito boa e acredito que na próxima segunda-feira ele já vá começar a fazer fisioterapia no local e em três semanas ele deve tirar os pontos. Está indo tudo bem.
Após o clássico, a partir de segunda, o goleiro vai iniciar um trabalho intenso de fisioterapia e de paciência. Foi esta a dica que recebeu de Luiz Rosan, chefe do departamento de fisioterapia do clube.
– Já conversei com o Rogério Ceni e disse que será um tratamento com paciência e não com urgência. Existem protocolos acelerados para recuperação após entorses de tornozelo. Porém, no caso de cirurgia, não precisamos de pressa – disse Rosan.
Serão quatro etapas de tratamento, com uma média de seis a oito semanas de cada fase. Nas primeiras seis semanas, Ceni terá como companhia uma bota, chamada de “robofut”, que ele terá de usar até para dormir.
– As primeiras semanas serão significativas, porque é nesta primeira etapa que nós vamos ter os maiores ganhos de amplitude de movimento e mobilidade. Se o começo for bom, vai ser muito importante para as etapas seguintes – avisou Luiz Rosan.
A equipe inteira de fisioterapeutas, médicos, nutricionista e de hidroginástica estará à disposição para cuidar do atleta que mais vezes vestiu a camisa do clube (857 jogos).
Na primeira parte do trabalho, serão sessões diárias de fisioterapia, que podem chegar até a 10h em um mesmo dia, sábados e até domingos. Nas próximas semanas, ele também vai andar com o auxílio de muletas.
Médico pede para Ceni ir ao clássico
Goleiro do São Paulo inicia trabalho de ‘paciência’ segunda
Fonte Lance!
15 de Abril de 2009
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