Rogério Ceni é o maior ídolo da história do São Paulo.
Fato.
Assim como é inegável que o goleiro vive uma péssima fase.
A idade chega, amigos, outra constatação impossível de ser negada.
Nesse momento, o próprio camisa “01? do Tricolor deveria exigir a contratação de uma “sombra” de verdade.
Um atleta capaz de pelo menos ameaçar a sua condição de intocável.
Por que o São Paulo é o único clube do planeta em que o reserva é proibido de ter ambição de ser titular da meta?
Em 2009, Rogério jogou até machucado, preocupado apenas em bater recordes e marcas pessoais.
Não pensou no time, mas nele.
Nos últimos dois jogos, o goleiro tomou três frangaços.
O gol do Defensor foi uma vergonha, digno de um arqueiro do extinto Milionários do técnico Toledo, equipe de masters que excursionava pelo Brasil.
No momento, Rogério joga com o nome.
E que nome.
Mas não há passado que justifique erros grotescos no presente.
Seja são-paulino de verdade, Rogério Ceni, e deixe a diretoria levar ao Morumbi um reserva à altura.
Tome uma atitude do tamanho do ídolo que é e sempre será.
Milton Neves: São-paulino ou "Rogério-cenista"?
Fonte Blog do Milton Neves
11 de Abril de 2009
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