O Tricolor paulista já havia informado, logo após a partida ocorrida na Arena Castelão, que solicitaria imagens e áudios do VAR com o intuito de avaliá-los para uma possível ação pedindo a anulação da partida no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD).
A CBF não costuma disponibilizar imagens e áudios do VAR a clubes. Em casos como o do São Paulo, é preciso que os representantes viajem até a sede da entidade com o intuito de assistir ao lance e ouvir os áudios dos árbitros. A solicitação imediata do São Paulo se dá por causa do regulamento. Para que solicite a anulação do jogo, o clube precisa protocolar a ação no STJD até 48 horas depois da publicação da súmula da partida, o que aconteceu às 22h29 (de Brasília) de ontem (25), no sistema da CBF.
No episódio questionado pelo clube, o assistente Thiago Rosa de Oliveira (RJ) assinalou posição irregular de Pablo. No entanto, Wagner do Nascimento Magalhães (Fifa/RJ) confirmou o gol ao ser instruído pelo VAR, comandado por Carlos Eduardo Nunes Braga (RJ), com auxílio de William Machado Steffen (SC) e Daniel do Espirito Santo Parro (RJ). O problema é que o mesmo VAR se corrigiu e anulou o lance. No decorrer do processo que demorou quatro minutos e trinta e cinco segundos, o árbitro chegou a autorizar o reinício da partida com o gol do São Paulo validado.
São Paulo FC, Tricolor, SPFC, VAR
Estão roubando o São Paulo de tudo quanto é jeito esse ano, com o VAR ficou ainda mais claro essa safadeza.
É óbvio que eles viram só o último lance que o Pablo está em posição legal.
Depois alguém viu o lance desde o começo ou receberam alguma chamada externa avisando que o Pablo estava impedido no primeiro lance.