O histórico do São Paulo contra times argentinos tem rival que fugiu, consagração do M1to, finais de libertadores, jogos históricos e muita confusão. Até agora, contra os hermanos, foram 98 jogos, com 34 vitórias do tricolor, 26 empates e 38 derrotas. O São Paulo marcou 138 gols e sofreu 126.
O time argentino que mais enfrentamos foi o Boca Juniors, com 20 duelos. O Tricolor venceu 7, os Xeneizes 8 e ainda houveram 5 empates. Ambas equipes marcaram 29 gols. Inclusive, de todos os times que o São Paulo enfrentou na sua história, apenas três tem mais vitórias que nós. Nossa história contra os argentinos é muito rica. Até aqui foram três finais de Libertadores, uma de recopa, uma supercopa da Libertadores e uma sul-americana. O Tricolor venceu duas e perdeu quatro. Títulos a favor e contra Títulos do São Paulo contra argentinos: Libertadores 1992 (Newells Old Boys) e Sul-Americana 2012 (Tigre) Títulos dos hermanos contra o Tricolor: Libertadores de 1974 (Independiente), Libertadores de 1994 (Vélez Sarsfield), Supercopa da Libertadores de 1997 (River Plate) e Recopa Sul-Americana de 2006 (Boca Juniors). Eliminações e vexames Apesar das maioria das finais perdidas, o Tricolor já avançou em sete confrontos eliminatórios, quatro deles, nos últimos 15 anos. Libertadores de 2004 contra o Rosario Central, em 2005 tiramos o River, nas semifinais da Libertadores, na edição de 2006 Estudiantes e em 2007, na sul-americana, contra o Boca. Porém, tivemos três eliminações vexatórias recentes: Em 2017 e 2018, caímos na Sul-Americana para Defensa y Justicia e Colón, respectivamente. Já em 2019, foi o Talleres, de Córdoba, que nos eliminou, dessa vez, na Libertadores. A primeira partida A nossa primeira partida contra nossos vizinhos foi no dia 14 de fevereiro de 1935, onde o Tricolor venceu o River Plate por 2 a 1, no estádio da Floresta, com gols de Junqueirinha e Luizinho. Já a primeira vez que o Mais Querido jogou na Argentina foi apenas em 1960, no dia 26 de fevereiro de 1960, quando enfrentamos o Boca Juniors e fomos derrotados por 5 a 2, no estádio Tomás Adolfo Ducó, do Huracán. A equipe tinha como técnico Vicente Feola, campeão mundial com o Brasil em 1958, e concluiu ali o 13º jogo de uma turnê internacional, que começou na Colômbia, passando pelo México e terminando na Argentina . Saiba mais sobre os confrontos 1º ENCONTRO NA LIBERTADORES E FINAL PERDIDA O São Paulo estreou na Copa Libertadores em 1972. Chegou até a fase semifinal, que era dividida em dois triangulares, com o melhor colocado em cada um avançando para a decisão. E o algoz tricolor foi um argentino: o Independiente. No elenco, o Tricolor tinha os uruguaios Pedro Rocha e Pablo Forlán e chegou invicto à decisão. Venceu o primeiro jogo por 2 a 1, no Pacaembu. Um empate daria o título na segunda partida, mas perdeu em Avellaneda por 2 a 0, o que forçou um terceiro jogo. Ele foi em Santiago, no Chile, e os argentinos triunfaram por 1 a 0, faturando seu quinto título. TÍTULO E NOVO VICE O São Paulo só conseguiu se vingar de um argentino na Copa Libertadores em 1992, quando chegou novamente à final e duelou contra o Newell’s Old Boys. Sob o comando de Telê Santana, foi derrotado no primeiro jogo em Rosário por 1 a 0. Devolveu o placar na partida de volta, no Morumbi, e ganhou a taça nos pênaltis por 3 a 2. Bicampeão em 1993 contra a Universidad Católica, do Chile, o São Paulo poderia ter sido tri em 1994 quando novamente teve um argentino na final. Foi o Vélez Sarsfield. Perdeu por 1 a 0, em Buenos Aires, e devolveu o placar jogando no Morumbi. Mas dessa vez não teve boa sorte na disputa por pênaltis. Foi derrotado por 5 a 3, com Palhinha perdendo a primeira cobrança. BRIGAR OU BATER O PÊNALTI? Em 2003, São Paulo e River se encontraram pela semifinal da Copa Sul-Americana. O jogo, válido pelo confronto de volta, foi bastante brigado. A vitória do São Paulo por 2 a 0 levou a decisão para os pênaltis. Tão logo soou o apito final, os times se envolveram em uma pancadaria. Os jogadores das duas equipes se agrediram e no momento mais marcante, o atacante Luis Fabiano tentou dar uma voadora no argentino e no fim do jogo ele disse aquela tão conhecida frase: “Entre brigar e bater pênalti, prefiro ajudar na briga“. Em 2004, na partida diante do Quilmes, outra confusão, dessa vez, envolvendo o zagueiro Leandro Desábato, que chamou Grafitte de macaco e foi parar na delegacia. CONSAGRAÇÃO DO MITO Após ter perdido por 1 a 0 na casa do rival na Libertadores de 2004, o tricolor venceu por 2 a 1, no Morumbi, e ficou com a vaga ao fazer 5 a 4 nos pênaltis. O que torna aquele confronto especial, foi a atuação de Rogério no Morumbi. O M1to defendeu dois pênaltis e ainda deixou sua marca. Porém, a história não foi tão simples assim. O goleiro foi o último a bater, se perdesse era o fim. Ele foi e converteu. Na última cobrança do Central, que se eles fizessem, o jogo terminaria com vitória dos argentinos, Ceni foi e defendeu. Na série alternada, ainda pegou o chute de Irace e classificou o time e deu a classificação ao São Paulo. FUGA DE CAMPO O São Paulo talvez seja o único clube no mundo que possa afirmar que foi campeão contra um time argentino, que “fugiu” de campo no segundo tempo fazendo o jogo terminar antes da hora. Isso ocorreu na final da Copa Sul-Americana de 2012. O adversário era o Tigre, que até hoje contesta aquela partida. Houve empate sem gols no jogo feito na Bombonera, campo do Boca. Na volta, no Morumbi, o primeiro tempo terminou 2 a 0 para os tricolores. Aí ocorreu todo o problema. O São Paulo não quis saber da polêmica e comemorou a taça, que foi confirmada pela Conmebol.
Esse Pablo nao faz nem sem goleiro
Pessimo contra times Argentinos!
No segundo tempo tentaria colocar o Nestor
Escalação pra Hoje tem que ser: Volpi, Bruno Alves, Arboleda, Reinaldo e Tchê Tchê, Gabriel Sara, Luan e Daniel Alves, Brenner, Luciano e Igor Gomes!