São Paulo alivia pressão e tem resultado mais expressivo da "era Diniz"
Fonte Globo Esporte
11 de Outubro de 2020
Jogar no Allianz Parque para o São Paulo já é por si só uma grande pressão. Até o último sábado, o clube jamais havia vencido o rival no estádio (os 2 a 0 acabaram com o tabu). Soma-se isso ao fato de a equipe viver um momento conturbado na temporada, com eliminação precoce na Libertadores e protestos da torcida rotineiramente, e a situação só se agrava.
Mas diante deste cenário completamente desfavorável era possível acabar com o tabu e ainda colar na liderança do Campeonato Brasileiro? Para grande parte da torcida, a resposta provavelmente seria não. Mas Fernando Diniz e os jogadores contrariaram as estatísticas e apresentaram um futebol sólido e inteligente para dar fim à desconfiança. Ou pelo menos uma trégua.
LEIA TAMBÉM: Bastidores da vitória: São Paulo comemora triunfo no Choque-Rei pelas redes sociais; confir
Até a partida para o Atlético-GO, na rodada passada, o São Paulo tinha sofrido gols em dez jogos consecutivos. Para tentar consertar esse problema, Diniz tirou Léo da zaga e colocou Bruno Alves. Para proteger a entrada da área, tirou Tchê Tchê e escalou Luan.
Contra os goianos a decisão surtiu efeito: o São Paulo não levou gol e ainda marcou três. No último sábado, o treinador manteve as mudanças, mas precisava definir quem iria ocupar a vaga no meio de Gabriel Sara, suspenso.
Havia duas opções: Vitor Bueno (para ter mais qualidade ofensiva) ou Tchê Tchê (para ter uma saída mais qualificada na defesa e ajudar esporadicamente no ataque).
A escolha foi por Tchê Tchê, uma das peças-chaves para o São Paulo triunfar. Com Luan em campo, o jogador deixou de ser primeiro volante e voltou a ser o segundo volante, sua posição de origem e a qual ele teve seus melhores momentos na carreira.
Com isso, o São Paulo teve mais homens protegendo a entrada da área e liberou os laterais para jogar. Em consequência, Igor Vinicius, pela direita, e Reinaldo, pela esquerda, brilharam.
Os laterais são-paulinos foram as principais válvulas de escape do Tricolor. Praticamente todas as jogadas ofensivas passaram pelos pés deles. O primeiro gol, inclusive, foi um bom resumo disso: Igor Vinicius sofreu o pênalti, e Reinaldo converteu.
O lateral-esquerdo ainda poderia sair do estádio palmeirense com, pelo menos, mais outros dois gols e uma assistência, mas parou em Jailson.
para evitar os contra-ataques do Palmeiras. Luan, Tchê Tchê e Daniel Alves foram fundamentais para fazer essa recuperação da bola antes de o adversário se organizar em campo.
– É claro que a gente consegue dar amplitude para os laterais e temos mais mecanismos para se proteger. Quando a gente toma transições muito fortes não é porque o lateral está apoiando, é porque a gente joga de maneira equivocada. Ou a gente joga de maneira muito acelerada, ou força muitos passes por dentro, ou erra no início da construção – falou Diniz.
– Quando a gente joga de uma maneira mais consciente e consistente como jogou hoje, sabendo que a gente não podia ceder contra-ataque, que é muito forte no Palmeiras, a gente poderia sofrer. Às vezes a gente consegue liberar os dois laterais, mas tudo depende da construção e de onde cometemos os erros – completou o técnico.
A leitura de jogo de Fernando Diniz fez o São Paulo respirar aliviado após um mês de setembro e começo de outubro conturbados e de muita pressão. A vitória mais expressiva nesse um ano de trabalho do treinador pode dar uma luz para o clube ter um final de ano mais tranquilo e esperançoso.
O próximo passo é a Copa do Brasil, na próxima quarta-feira, às 19h15, quando o Tricolor encara o Fortaleza, de Rogério Ceni, fora de casa, pelo jogo de ida das oitavas de final.
Até a semana passada, alguns mais críticos poderiam dizer que a eliminação era questão de tempo. Após os ajustes realizados no sistema defensivo e a capacidade que o elenco mostrou ter em se adaptar aos estilos de jogo, esse pensamento pode ser diferente.
São Paulo, Alivia, Pressão, Resultado, Expressivo, SPFC
Mas diante deste cenário completamente desfavorável era possível acabar com o tabu e ainda colar na liderança do Campeonato Brasileiro? Para grande parte da torcida, a resposta provavelmente seria não. Mas Fernando Diniz e os jogadores contrariaram as estatísticas e apresentaram um futebol sólido e inteligente para dar fim à desconfiança. Ou pelo menos uma trégua.
LEIA TAMBÉM: Bastidores da vitória: São Paulo comemora triunfo no Choque-Rei pelas redes sociais; confir
Até a partida para o Atlético-GO, na rodada passada, o São Paulo tinha sofrido gols em dez jogos consecutivos. Para tentar consertar esse problema, Diniz tirou Léo da zaga e colocou Bruno Alves. Para proteger a entrada da área, tirou Tchê Tchê e escalou Luan.
Contra os goianos a decisão surtiu efeito: o São Paulo não levou gol e ainda marcou três. No último sábado, o treinador manteve as mudanças, mas precisava definir quem iria ocupar a vaga no meio de Gabriel Sara, suspenso.
Havia duas opções: Vitor Bueno (para ter mais qualidade ofensiva) ou Tchê Tchê (para ter uma saída mais qualificada na defesa e ajudar esporadicamente no ataque).
A escolha foi por Tchê Tchê, uma das peças-chaves para o São Paulo triunfar. Com Luan em campo, o jogador deixou de ser primeiro volante e voltou a ser o segundo volante, sua posição de origem e a qual ele teve seus melhores momentos na carreira.
Com isso, o São Paulo teve mais homens protegendo a entrada da área e liberou os laterais para jogar. Em consequência, Igor Vinicius, pela direita, e Reinaldo, pela esquerda, brilharam.
Os laterais são-paulinos foram as principais válvulas de escape do Tricolor. Praticamente todas as jogadas ofensivas passaram pelos pés deles. O primeiro gol, inclusive, foi um bom resumo disso: Igor Vinicius sofreu o pênalti, e Reinaldo converteu.
O lateral-esquerdo ainda poderia sair do estádio palmeirense com, pelo menos, mais outros dois gols e uma assistência, mas parou em Jailson.
para evitar os contra-ataques do Palmeiras. Luan, Tchê Tchê e Daniel Alves foram fundamentais para fazer essa recuperação da bola antes de o adversário se organizar em campo.
– É claro que a gente consegue dar amplitude para os laterais e temos mais mecanismos para se proteger. Quando a gente toma transições muito fortes não é porque o lateral está apoiando, é porque a gente joga de maneira equivocada. Ou a gente joga de maneira muito acelerada, ou força muitos passes por dentro, ou erra no início da construção – falou Diniz.
– Quando a gente joga de uma maneira mais consciente e consistente como jogou hoje, sabendo que a gente não podia ceder contra-ataque, que é muito forte no Palmeiras, a gente poderia sofrer. Às vezes a gente consegue liberar os dois laterais, mas tudo depende da construção e de onde cometemos os erros – completou o técnico.
A leitura de jogo de Fernando Diniz fez o São Paulo respirar aliviado após um mês de setembro e começo de outubro conturbados e de muita pressão. A vitória mais expressiva nesse um ano de trabalho do treinador pode dar uma luz para o clube ter um final de ano mais tranquilo e esperançoso.
O próximo passo é a Copa do Brasil, na próxima quarta-feira, às 19h15, quando o Tricolor encara o Fortaleza, de Rogério Ceni, fora de casa, pelo jogo de ida das oitavas de final.
Até a semana passada, alguns mais críticos poderiam dizer que a eliminação era questão de tempo. Após os ajustes realizados no sistema defensivo e a capacidade que o elenco mostrou ter em se adaptar aos estilos de jogo, esse pensamento pode ser diferente.
São Paulo, Alivia, Pressão, Resultado, Expressivo, SPFC
Avalie esta notícia:
7
0
VEJA TAMBÉM
- GARFARAM O SÃO PAULO? Veja o gol anulado de Ryan e tire sua conclusão- São Paulo despede-se da Sul-Americana após empate e rivalidade nas redes sociais esquenta
- MORUMBIS LOTADO! São Paulo bate recorde de público na temporada contra o Boca
- BOLA CHEIA E BOLA MURCHA! Veja quem foi bem e quem decepcionou em São Paulo 1 x 1 Boca Juniors
- A eliminação do São Paulo na Sul-Americana deixa lições amargas após empate com o Boca Juniors

Temos que criticar o Dinizpor todos seus erros, mas ele tem alguns meritos, ele colocou o Diego na zaga, trouxe o Luciano, e ele pode ser muuto teimoso, e quando nao acreditamos no Gabriel Sara, ele acreditou, e temos hoje ele jogando muito, e nao foram so esses exemplos, fomos eliminados vergonhosamente da libertadores e paulista, mas que ele tire esses erros como aprendizado e quem sabe vem um titulo esse ano
Nós achamos que o nosso time é horroroso estou vendo a pelada horrorosa das sardinhas e gremio dois times horriveis não consigo entender como as sardinhas estão se classificando na libertadores é um bando de porcarias aliás não sei o que está pior os times ou o árbitro
Ainda continuam escrevendo coisas erradas no texto acima ..JAMAIS teremos que sair com Tche tche na frente da zaga isso foi o grande ERRO e voces do APP voltam a escrever isso....Voces querem o que???? E outra qualidade com VITOR BUENO no ataque ???? Onde , voces estao de palhaçada...NAO CONCORDO COM NADA QUE ESTA ESCRITO NESSE TEXTO, porque quando foi tirado o Tche tche la de tras e saiu Vitor bueno o TIME MELHOROU 80%%%% .....
Melhor que os laterais foi LUAN UM MONSTRO QUE NAO PESOU A NOSSA DEFESA.......ESSE CARA E BRUNO DEIXARAM DIEGO MAIS CONFORTAVEL QUE TAMBEM FOI BEM
REPAREM QUE QUANDO TCHE TCHE TAMBEM RECUA O TIME FICA UMA ***** ISSO PRECISA SER CONSERTADO.....O LUGAR DESSE TCHE TCHE É DO MEIO APOIANDO O ATAQUE E NAO FICAR FAZENDO AQUELAS JIGADINHAS DE LADO ( LA TRÁS) ESQUECE ISSO!!!!!!!!!
Precisou protestos pra ele teimar que time estava jogando com jogadores nas POSIÇOES ERRADAS. Isso precisou acontecer pra ele TOMAR A ATITUDE ... A TEIMOSIA VENCEU DINIZ... ONTEM MELHOR JOGADOR FOI OS LATERAIS.... ESSES QUANDO JOGAM BEM TIME VENCE
Se tivessemos perdido o Diniz teria sido massacrado pela midia e nossa propria torcida, mas como sabe-se lá porque forças ele mudou o time pra melhor, ouso dizer que ele deu um nó tático no ultrapassado luxemburgo, que tem jogadores pra montar dous times, e não consegue montar um. Isso ninguem fala né?
Todos honten tam de parabéns continuar assim vamos mais longe nas competições q ainda nos restam
Luan, Bruno Alves ótimos. Poderia dar mais chances para o Toró.
Bruno Alves um monstro na zaga
É só essa besta teimosa não mudar o time , que agora está melhor , conforme a torcida escalava . E o burro NÃO.