Clima volta a pesar entre São Paulo e FPF

Relação ruiu desde o caso Wagner Tardelli, em dezembro

Fonte Lance!
A iniciativa do São Paulo em acionar o Procon contra a Federação Paulista de Futebol (FPF), que alterou o local da partida contra o São Caetano pelo Paulistão para Presidente Prudente , traz à tona novamente o desgaste acentuado da relação entre as partes envolvidas. Se antes as ligações eram apenas profissionais, a comunicação entre clube e FPF azedou de vez em dezembro, no conhecido caso Tardelli.
Na época, o São Paulo foi acusado pelo presidente Marco Polo del Nero de fornecer ingressos ao árbitro Wagner Tardelli - que apitaria a partida entre o Tricolor e o Goiás pelo Brasileirão, que poderia dar o hexacampeonato aos são-paulinos - para o show da cantora Madonna no estádio do Morumbi. A confusão, causada na véspera da partida, gerou revolta na diretoria do clube, que "rompeu" com a Federação e acusou o presidente, palmeirense, de tentar frear a supremacia do Tricolor no futebol brasileiro.
A partir daí, o hexacampeão brasileiro passou a desdenhar FPF e abriu uma guerra de nervos contra seus dirigentes. Primeiro ameaçou disputar o campeonato paulista - chamado de "paulistinha" pelos dirigentes - com a garotada. Depois fez questão de inferiorizar o torneio estadual e deixar claro que o clube não se importava com a competição. Uma vitória importante foi o afastamento de Marco Polo del Nero da presidência da FPF por 90 dias após o 'caso Tardelli'.
Mas parece que a FPF também entrou na briga contra os tricolores disposta a causar estragos. Curiosamente, o São Paulo teve uma tabela muito complicada no Paulistão e com dois clássicos (contra Corinthians e Santos) antes de partidas importantes da Libertadores, principal objetivo do clube no ano. Depois, o Sampa teve o horário de seu jogo contra o Oeste, válido pela penúltima rodada, alterado para as 15h45 desta quinta-feira. A última investida na troca de farpas foi a confirmação do jogo contra o Azulão para a distante Presidente Prudente, o que foi encarado como uma tentativa de prejudicar o hexacampeão na disputa do estadual e da Libertadores.
Originalmente o São Paulo ameaçou reagir à atitude colocando a equipe reserva em campo, mas os tropeços de Palmeiras e Corinthians podem dar até mesmo a liderança da primeira fase do estadual, o que garantiria vantagem na fase mata-mata. Com a relutância do técnico Muricy Ramalho em poupar seus titulares, a diretoria partiu para o ataque em outra frente e acionou o Procon.
Que o clima está pra lá de pesado entre São Paulo e FPF todo mundo sabe. A grande dúvida que fica é até onde vai a paciência dos dirigentes de ambas as instituições para continuar uma guerra de nervos que não levará a nada além de um grande e desnecessário desgaste.
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