Rogério Ceni vence de novo
São-paulino conquista nona vitória contra Marcos: ídolos jogaram bem o clássico
Fonte Lance!
29 de Março de 2009
Rogério Ceni e Marcos, ídolos mais duradouros do futebol brasileiro, estiveram lado a lado antes e depois do Choque-Rei na tarde do último sábado.
Os capitães de suas equipes, que reafirmaram admiração mútua em entrevistas ao LANCENET!, se abraçaram no centro do gramado antes do iníco do clássico. E no fim, caminharam juntos até cada um seguir o rumo de seu vextiário.
Durante os 90 minutos, permaneceram distantes, na isolada rotina de goleiro. E o palmeirense sofreu mais. Seu primeiro toque na bola foi para buscá-la dentro do gol, depois de cabeçada certeira de Washington, no início da partida.
Depois, ainda precisou “imitar” Rogério Ceni ao deixar a área, se antecipar a Hernanes e, com os pés, impedir o segundo gol do Tricolor.
Do outro lado, o capitão são-paulino, que havia comemorado sozinho o gol do Coração Valente, com os punhos cerrados, demorou 15 minutos para fazer a primeira defesa, em chute fraquinho de Jumar.
Sua intervenção mais importante ocorreu para salvar o único erro de André Dias, que perdeu para Pierre no campo de defesa. Pesou a experiência de 853 jogos pelo São Paulo, contra a falta de traquejo do volante para finalizar. A bola parou nos pés do veterano goleiro.
Marcos também seria colocado em maus lençois pelos parceiros.
Graças a trapalhada coletiva, Washington deixou Júnior César na cara do gol. Em lance semelhante com o de Ceni, pelo chão, o palmeirense fez defesa importante.
Os ídolos também participaram bastante com os pés. No décimo ano como titular do Verdão, Marcos empurrou o time à frente, deixando a área, com lançamentos.
Rogério tornou-se uma das válvulas de escape contra o sufoco. Os parceiros não tiveram vergonha de recuar, até bolas perigosas, quicando em direção ao gol, que o capitão dominou com precisão. Ganhou segundos preciosos até o apito final.
Antes, superou o artilheiro do Paulistão, Keirrison, ao defender sua finalização no meio do gol.
No 19º confronto entre amigos, Rogério Ceni conquistou a nona vitória. São seis empates e quatro triunfos de Marcos. Porém, sempre que os ídolos se enfrentarem, será uma vitória do futebol brasileiro.
Os capitães de suas equipes, que reafirmaram admiração mútua em entrevistas ao LANCENET!, se abraçaram no centro do gramado antes do iníco do clássico. E no fim, caminharam juntos até cada um seguir o rumo de seu vextiário.
Durante os 90 minutos, permaneceram distantes, na isolada rotina de goleiro. E o palmeirense sofreu mais. Seu primeiro toque na bola foi para buscá-la dentro do gol, depois de cabeçada certeira de Washington, no início da partida.
Depois, ainda precisou “imitar” Rogério Ceni ao deixar a área, se antecipar a Hernanes e, com os pés, impedir o segundo gol do Tricolor.
Do outro lado, o capitão são-paulino, que havia comemorado sozinho o gol do Coração Valente, com os punhos cerrados, demorou 15 minutos para fazer a primeira defesa, em chute fraquinho de Jumar.
Sua intervenção mais importante ocorreu para salvar o único erro de André Dias, que perdeu para Pierre no campo de defesa. Pesou a experiência de 853 jogos pelo São Paulo, contra a falta de traquejo do volante para finalizar. A bola parou nos pés do veterano goleiro.
Marcos também seria colocado em maus lençois pelos parceiros.
Graças a trapalhada coletiva, Washington deixou Júnior César na cara do gol. Em lance semelhante com o de Ceni, pelo chão, o palmeirense fez defesa importante.
Os ídolos também participaram bastante com os pés. No décimo ano como titular do Verdão, Marcos empurrou o time à frente, deixando a área, com lançamentos.
Rogério tornou-se uma das válvulas de escape contra o sufoco. Os parceiros não tiveram vergonha de recuar, até bolas perigosas, quicando em direção ao gol, que o capitão dominou com precisão. Ganhou segundos preciosos até o apito final.
Antes, superou o artilheiro do Paulistão, Keirrison, ao defender sua finalização no meio do gol.
No 19º confronto entre amigos, Rogério Ceni conquistou a nona vitória. São seis empates e quatro triunfos de Marcos. Porém, sempre que os ídolos se enfrentarem, será uma vitória do futebol brasileiro.
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