Belluzzo aceita 10% dos ingressos em clássico
Fonte Terra
24 de Março de 2009
Antes de enfrentar o São Paulo, o Corinthians se sentiu ofendido ao receber apenas 10% dos ingressos para o jogo no Morumbi. A mesma cota de bilhetes, no entanto, satisfez o Palmeiras para o duelo diante do time tricolor, neste sábado. Apesar de ser adepto de clássico com torcida dividida, o presidente alviverde Luiz Gonzaga Belluzzo crê que a medida é a melhor alternativa para lidar com a violência.
» Veja as últimas do Palmeiras
"Temos que ter uma discussão mais ampla neste sentido. Só dar 10% dos ingressos ao visitante não resolve. É só uma solução de emergência", explicou o mandatário, que defende uma ampliação das conversas com as organizadas para conter as brigas nas arquibancadas e evitar que os duelos entre rivais tenham apenas uma torcida.
"Seria uma solução muito ruim. Não é que sou contra, mas não é bom, não é inteligente. Isso tira o brilho do jogo. Deveríamos incitar uma rivalidade sadia", afirmou. "Não se pode ter alternativa à punição. Não pode ter conversa mole. As pessoas no Brasil não têm educação esportiva. No Brasil, algumas pessoas vão ao estádio para se agredir. E, se não se comportam bem, têm que ser punidas", disse.
Além de cuidar do comportamento entre os espectadores, uma preocupação do economista é melhorar as condições das arenas brasileiras. O palmeirense, que tem em vista um projeto para reformar o Palestra Itália, não está satisfeito com nenhum estádio no país.
"A verdade é que os estádios brasileiros são uma porcaria. São atrasados, tudo é ruim. Todos estão muito velhos", criticou, sem, no entanto, descartar sua presença no clássico deste fim-de-semana, na mesma tribuna cedida ao São Paulo onde diz nunca ter encontrado falta de segurança.
"É claro que vou ao Morumbi. No camarote lá é difícil de assistir, porque as pessoas levantam, mas não tem problema", comentou Belluzzo, que já contou ter visto violência em um duelo entre Palmeiras e Corinthians no Morumbi que acompanhou das arquibancadas, episódio que deixou o filho do presidente traumatizado.
» Veja as últimas do Palmeiras
"Temos que ter uma discussão mais ampla neste sentido. Só dar 10% dos ingressos ao visitante não resolve. É só uma solução de emergência", explicou o mandatário, que defende uma ampliação das conversas com as organizadas para conter as brigas nas arquibancadas e evitar que os duelos entre rivais tenham apenas uma torcida.
"Seria uma solução muito ruim. Não é que sou contra, mas não é bom, não é inteligente. Isso tira o brilho do jogo. Deveríamos incitar uma rivalidade sadia", afirmou. "Não se pode ter alternativa à punição. Não pode ter conversa mole. As pessoas no Brasil não têm educação esportiva. No Brasil, algumas pessoas vão ao estádio para se agredir. E, se não se comportam bem, têm que ser punidas", disse.
Além de cuidar do comportamento entre os espectadores, uma preocupação do economista é melhorar as condições das arenas brasileiras. O palmeirense, que tem em vista um projeto para reformar o Palestra Itália, não está satisfeito com nenhum estádio no país.
"A verdade é que os estádios brasileiros são uma porcaria. São atrasados, tudo é ruim. Todos estão muito velhos", criticou, sem, no entanto, descartar sua presença no clássico deste fim-de-semana, na mesma tribuna cedida ao São Paulo onde diz nunca ter encontrado falta de segurança.
"É claro que vou ao Morumbi. No camarote lá é difícil de assistir, porque as pessoas levantam, mas não tem problema", comentou Belluzzo, que já contou ter visto violência em um duelo entre Palmeiras e Corinthians no Morumbi que acompanhou das arquibancadas, episódio que deixou o filho do presidente traumatizado.
Avalie esta notícia:
7
4
VEJA TAMBÉM
- Pedro Lima estreia como titular e se destaca em vitóra do São Paulo- Confira as contas para o São Paulo voltar à Libertadores em 2027
- Dorival revela conversa com Ryan Francisco e cobra mudança de comportamento no São Paulo
- Torcida do São Paulo fica em silêncio por minutos durante jogo em forma de protesto a declarações polêmicas
- Bola cheia e bola murcha: quem brilhou e quem ficou devendo na vitória do São Paulo sobre o Inter
