OFF: "Clube que está em cima e tenta jogar sozinho, não vai longe" diz jornalista
Fonte UOL
26 de Junho de 2020
Com o bom momento dentro de campo, o Flamengo aproveitou para obter um melhor contrato de patrocínio e também tomou a dianteira de algumas decisões, como no retorno do futebol no Rio de Janeiro, além da articulação da Medida Provisória 984, editada pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e que altera as regras de direitos de transmissão no futebol brasileiro.
No podcast Posse de Bola #38, o jornalista Arnaldo Ribeiro analisa as medidas recentes da diretoria rubro-negra e diz que os clubes brasileiros que tentaram se distanciar dos demais não tiveram um sucesso duradouro nesta condição, além de chamar a atenção dos torcedores para o cuidado em relação a dirigentes e patrocinadores, considerando também os casos de Leila Pereira, no Palmeiras, e Rubens Menin, no Atlético-MG.
LEIA TAMBÉM: Casares oficializa candidatura no São Paulo. Saiba qual o seu plano de gestão
"Além de não termos um modelo ideal sustentável para um clube de futebol para o futebol brasileiro, a gente tem uma seguinte premissa: passando pelo torcedor, não seja torcedor de dirigente, não seja torcedor de patrocinador, seja torcedor do seu time, porque normalmente você vai estar enrascado, isso vai acabar rapidinho", afirma Arnaldo.
"Não tem essa fórmula mágica e, normalmente, o clube que está por cima e quer fazer, digamos, um voo solo, se descolar dos demais e ser um hegemônico, seja financeiramente, politicamente, normalmente, jogando sozinho ele não vai longe também", completa.
Arnaldo analisa também a relação dos clubes com patrocinadores estatais e aqueles nos quais pode haver outro interesses envolvidos, citando o mecenato.
"Nós não temos exemplos nos históricos do Brasil de modelos sustentáveis, seja com a parceria com estado, governo, governantes, seja com mecenas, fazendo um paralelo com o combate ao coronavírus, a gente não tem a vacina", conclui.
São Paulo, Clube, Jogar, Sozinho, SPFC
No podcast Posse de Bola #38, o jornalista Arnaldo Ribeiro analisa as medidas recentes da diretoria rubro-negra e diz que os clubes brasileiros que tentaram se distanciar dos demais não tiveram um sucesso duradouro nesta condição, além de chamar a atenção dos torcedores para o cuidado em relação a dirigentes e patrocinadores, considerando também os casos de Leila Pereira, no Palmeiras, e Rubens Menin, no Atlético-MG.
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"Além de não termos um modelo ideal sustentável para um clube de futebol para o futebol brasileiro, a gente tem uma seguinte premissa: passando pelo torcedor, não seja torcedor de dirigente, não seja torcedor de patrocinador, seja torcedor do seu time, porque normalmente você vai estar enrascado, isso vai acabar rapidinho", afirma Arnaldo.
"Não tem essa fórmula mágica e, normalmente, o clube que está por cima e quer fazer, digamos, um voo solo, se descolar dos demais e ser um hegemônico, seja financeiramente, politicamente, normalmente, jogando sozinho ele não vai longe também", completa.
Arnaldo analisa também a relação dos clubes com patrocinadores estatais e aqueles nos quais pode haver outro interesses envolvidos, citando o mecenato.
"Nós não temos exemplos nos históricos do Brasil de modelos sustentáveis, seja com a parceria com estado, governo, governantes, seja com mecenas, fazendo um paralelo com o combate ao coronavírus, a gente não tem a vacina", conclui.
São Paulo, Clube, Jogar, Sozinho, SPFC
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