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– Mandar um abraço para você e dizer do privilégio que foi trabalhar contigo e de fazer aquele gol histórico na final de 2000, São Paulo e Santos. Um gol de falta lindíssimo. Um dos mais bonitos que eu fiz na minha carreira. O único em decisões – disse Rogério Ceni.
– Não esperava que chegasse a um número tão grande de gols (131 no total). Naquela época era o começo de tudo, acho que eu não tinha 15 ou 20 gols na carreira. Mas foi um gol muito importante e que deu muita força para que eu pudesse dar continuidade em bater faltas, treinar e aprimorar todos os dias – completou.
O técnico também falou:
– Indefensável. O goleiro não conseguiria chegar nunca. Não lembrava disso (que é o único gol em decisão do Rogério). Fiquei sabendo que alguns técnicos não gostavam. Eu não culpo os técnicos. Eu pensava de uma outra maneira. Achava até que somava ao espetáculo – disse Levir.
– Imagine um goleiro fazendo algumas coisas que ninguém faz. É muito interessante. Não me opunha nunca, mesmo porque ele tinha competência. Ele era bom no aproveitamento. Se batesse mal eu talvez não deixasse, mas ele batia bem. Ele provava que tinha competência. Então, por que não? – completou.
Relembre o golaço de Rogério
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