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"Gostei de trabalhar com tantos, com todos. Se tivesse que destacar um, destacaria Alexandre Pato, porque quando eu cheguei no São Paulo, perguntei para ele como e onde ele gostaria de jogar. Ele me respondeu dizendo que essa decisão era minha. Mas eu queria que ele, Alexandre, fosse o melhor Alexandre Pato de todos, para escolher onde ele atuaria melhor", disse Osorio, que chegou a compará-lo com o italiano Andrea Pirlo.
"Expliquei que via nele uma oportunidade de atuar mais ou menos como o Pirlo jogava na Juventus, com probabilidades sempre de arrematar os lances pela ponta esquerda. Ele fez 11 gols comigo pelo São Paulo naquela época", relembra o colombiano.
Osorio também fala que se encantou com o talento dos jogadores brasileiros e com a cultura do futebol jogado no país, "Existe muito futebol de rua, de bairro, de favela no Brasil. Como vocês mesmo (Alex, Djalminha e Silas) aprenderam o jogo. Assim que se deve trabalhar o futebol brasileiro. Você melhora o jogador com um trabalho mais estruturado. Não o inverso. Na Europa eles fazem o trabalho mais estruturado, porém não possuem o futebol de rua. O jogador começa a se formar com 8, 10 anos. Desde então já está acostumado a competir coisas maiores. O jogador simplesmente aprende o jogo na rua, na comunidade, quando às vezes se competem até por comida. Na Europa isso não existe.".
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