Veja dez coisas que você talvez não saiba sobre o Profeta do São Paulo

Fonte LANCE!Net
Hernanes, ídolo da torcida são-paulina, completa 35 anos nesta sexta-feira. Para homenagear o Profeta, o LANCE! lembra de dez curiosidades que você talvez não saiba sobre ele e sua trajetória no Tricolor.
NO ELENCO, MAS FORA DOS TÍTULOS - Hernanes tornou-se profissional em 2005, mas não participou de nenhum dos três títulos do São Paulo na temporada. Ele disputou apenas o Brasileirão e a Sul-Americana, acumulando 17 jogos e três belos gols (contra Flamengo, Santos e Cori
iba). O então garoto nutria a expectativa de ir ao Mundial, mas não entrou na lista.


NO SANTO ANDRÉ TEVE GOL CONTRA O CORINTHIANS - Para ganhar rodagem, Hernanes foi emprestado ao Santo André em 2006. No Ramalhão, ele conseguiu fazer algo que nunca fez pelo São Paulo: um gol contra o Corinthians. Foi de pênalti, na derrota por 4 a 1 pelo Paulistão, no Pacaembu.

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RENOVAÇÃO NO GUARDANAPO. E NA ÍNDIA - De volta ao São Paulo no início de 2007, Hernanes integrou um time cheio de garotos e atletas pouco usados no profissional que excursionou na Índia. Lá, marcou três gols e ajudou o Tricolor a vencer as cinco partidas que disputou, o que motivou o clube a se mexer para não perdê-lo (o contrato venceria em seis meses): a renovação foi acordada na Índia mesmo e registrada inicialmente em um guardanapo. Jean, parceiro inseparável do Profeta, estava na mesma viagem.
HERNANES E JEAN, O FLAUTISTA E O CANTOR - O volante Jean, hoje no Cruzeiro, contou alguns detalhes de sua amizade com Hernanes em entrevista que deu ao LANCE! em 2017. Um deles é que os dois faziam uma dupla musical nas concentrações: Hernanes aprendeu a tocar louvores na flauta e Jean aproveitava para cantar. "Uma vez ele desceu tocando, eu cantando, e de repente a gente deu de frente com o Muricy. O Muricy achou engraçada aquela situação, a gente deu muita risada", contou.

AMIGO DO CIENTISTA - Hernanes sempre se dedicou a explorar ao máximo as capacidades do cérebro. Em determinado momento da vida, ele se desafiava para ir desenvolvendo habilidades: entre outras coisas, assistia TV no mudo e fazia atividades do dia a dia, como escovar os dentes, com os pés. Em 2010, o meia contou que o cientista J. Alves, que viria a falecer em 2014, o ajudava a direcionar essa busca para o universo do futebol, com exercícios mais ligados ao esporte.
OS NÚMEROS DO PROFETA - Hernanes adotou a camisa 15 nos seis meses em que passou pelo São Paulo em 2017 e neste último retorno, desde 2019. É o número que ele usou em 2008, ano em que foi eleito o craque do Brasileirão. Quando saiu do Tricolor pela primeira vez, porém, vestia o número 10, que foi seu em 2009 e 2010. O meia também usou a 32 (em 2005) e a 26 (em 2007).
APELIDO SEM SENTIDO - Os amigos mais próximos de Hernanes, o que inclui pessoas do São Paulo, o chamam de Pi. Trata-se de um apelido de infância sem razão aparente. "Meu pai que colocou esse apelido. Eu e meus irmãos temos apelidos que não têm explicação".
DUAS ESTREIAS NOS EUA - A última estreia do Profeta pelo São Paulo foi na derrota por 2 a 1 para o Eintracht Frankfurt (ALE), na Florida Cup de 2019. Curiosamente, a primeira exibição dele como profissional do clube também foi nos Estados Unidos: em 2004, vitória por 1 a 0 contra o LA Galaxy em Los Angeles, integrando um time alternativo do Tricolor - ele só seria integrado definitivamente em 2005, ano em que fez seu primeiro jogo oficial: vitória por 1 a 0 sobre o Botafogo, no Morumbi. A reestreia após voltar do Santo André foi na Índia, enquanto a estreia de 2017 foi no Engenhão, em vitória por 4 a 3 sobre o Botafogo (com gol).

QUASE CANHOTO - Hernanes nasceu destro, mas treinou tanto a perna esquerda que pode ser considerado um ambidestro. Dos 50 gols que marcou com a equipe profissional do Tricolor (não estão na conta os três gols na excursão para a Índia), 17 foram de canhota, 31 de direita, um de cabeça e um de peito. Na atual passagem, quatro dos seus seis gols foram de esquerda.
ENGENHÃO É DELE - Tirando o Morumbi (22 gols, mas o último em 2017), o Engenhão e o Pacaembu são os estádios em que Hernanes mais marcou pelo Tricolor: três vezes em cada. A diferença é que a vítima no Engenhão foi sempre a mesma, o Botafogo, enquanto no Pacaembu ele anotou contra Flamengo, São Bento e Ferroviária. Beira-Rio, Mineirão e Vila Belmiro foram palcos de dois gols cada.
São Paulo, Hernanes, Profeta, SPFC
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