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Sobre o uso do VAR, aprovado em Conselho Técnico da Série A do Brasileiro - e também usado nas fases finais da Copa do Brasil -, a princípio a intenção é manter o árbitro de vídeo, apesar das dificuldades econômicas que o ano atípico impõe. Na mesma edição em que tratou da mudança da regra de jogo, a IFAB tratou como opcional o uso da tecnologia.
O uso do árbitro de vídeo, que foi aprovado pela primeira vez na edição de 2019, passou novamente pelo crivo dos clubes no Conselho Técnico da Série A, realizado no fim de fevereiro deste ano.
- Este ano vamos dar um passo a mais. Vamos colocar um VAR centralizado em algumas partidas, na medida que a gente consiga implantar a tecnologia da fibra ótica nos estádios, para, possivelmente, em 2021, a gente conseguir fazer o VAR centralizado em todas as partidas do Brasileiro. Então foi mais uma medida aprovada - dizia o presidente da CBF, Rogério Caboclo, na reunião de 27 de fevereiro.
Sobre a mudança temporária da regra
A Fifa oficializou nesta sexta-feira a permissão para que campeonatos iniciados ou que ainda vão começar implementem uma regra de cinco substituições por equipe a cada partida. A International Board (IFAB) deu seu aval para a mudança temporária, que será válida para competições que cheguem ao fim até dezembro deste ano. Cabe aos organizadores adotá-la ou não.
A alteração autorizada pela IFAB será uma emenda às Regras do Jogo e tem como objetivo, segundo a Fifa, "proteger o bem-estar dos jogadores". A entidade máxima do futebol mundial propôs a mudança preocupada com o impacto que a paralisação do futebol mundo afora possa ter na preparação física dos atletas. Mais substituições permitiriam uma melhor gestão do desgaste dos atletas.
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