Com basquete parado, São Paulo repensa futuro da modalidade
Fonte UOL
8 de Maio de 2020
O São Paulo está repensando seu futuro no basquete. Claro que a crise causada pelo coronavírus pode ser um prejudicial, mas por enquanto, o time continua, dentro de novos limites financeiros.
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O São Paulo sonha com a possibilidade de jogar uma "Libertadores". Como estava no terceiro lugar da fase de classificação do NBB quando a competição foi paralisada (e, agora, encerrada de forma definitiva), o time pode ficar com uma vaga na Champions League América, equivalente da Libertadores para a modalidade. A distribuição das vagas ainda será definida pela Fiba Américas, mas a possibilidade anima o clube.
O modelo do projeto ajuda o São Paulo. O diretor de marketing do clube, João Francisco Rossi, é também é presidente da Liga Nacional de Basquete (LNB). Três dos principais nomes do elenco, Georginho, Jeferson e Shamell, têm contratos de duas temporadas e continuam ligados ao clube. Além disso, a maior parte dos contratos de patrocínio firmados para o futebol são casados com o basquete. Manter o time é um compromisso com os patrocinadores.
Isso não significa que a grana não esteja mais curta. Dirigentes de todos os clubes do NBB se reuniram virtualmente ontem no fim de tarde, como têm feito toda quinta-feira, e o tema da conversa foi de incertezas quanto as condições financeiras da liga e dos times. A impressão geral é de que haverá menos dinheiro. Isso somado à provável demora para a retomada dos jogos, e ao custo de possivelmente precisar realizar testes em massa deverá encurtar a temporada. E também os salários.
No basquete brasileiro, os contratos começam a valer em agosto/setembro e terminam entre abril e junho, dependendo das pretensões dos clubes. Nessa fase do ano, entre uma temporada e outra, após o fim do NBB, costuma ser de vai-e-vem no mercado. Desta vez, porém, os clubes estão com o pé no freio. Os novos contratos devem ser menores, em tempo e valores. E poucos clubes ficarão ativos.
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São Paulo, basquete, futuro, modalidade
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O São Paulo sonha com a possibilidade de jogar uma "Libertadores". Como estava no terceiro lugar da fase de classificação do NBB quando a competição foi paralisada (e, agora, encerrada de forma definitiva), o time pode ficar com uma vaga na Champions League América, equivalente da Libertadores para a modalidade. A distribuição das vagas ainda será definida pela Fiba Américas, mas a possibilidade anima o clube.
O modelo do projeto ajuda o São Paulo. O diretor de marketing do clube, João Francisco Rossi, é também é presidente da Liga Nacional de Basquete (LNB). Três dos principais nomes do elenco, Georginho, Jeferson e Shamell, têm contratos de duas temporadas e continuam ligados ao clube. Além disso, a maior parte dos contratos de patrocínio firmados para o futebol são casados com o basquete. Manter o time é um compromisso com os patrocinadores.
Isso não significa que a grana não esteja mais curta. Dirigentes de todos os clubes do NBB se reuniram virtualmente ontem no fim de tarde, como têm feito toda quinta-feira, e o tema da conversa foi de incertezas quanto as condições financeiras da liga e dos times. A impressão geral é de que haverá menos dinheiro. Isso somado à provável demora para a retomada dos jogos, e ao custo de possivelmente precisar realizar testes em massa deverá encurtar a temporada. E também os salários.
No basquete brasileiro, os contratos começam a valer em agosto/setembro e terminam entre abril e junho, dependendo das pretensões dos clubes. Nessa fase do ano, entre uma temporada e outra, após o fim do NBB, costuma ser de vai-e-vem no mercado. Desta vez, porém, os clubes estão com o pé no freio. Os novos contratos devem ser menores, em tempo e valores. E poucos clubes ficarão ativos.
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Pra mim o sao paulo tem que envisti em n basquete e n futisal e no vole
Tem que manter e montar um time de futsal de qualidade e melhorar o time de vôlei tem que apoiar o Zé Roberto
Ninguém se importa