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Haverá, num primeiro momento, recomendação para não se usar vestiários, que os atletas cheguem de casa já vestidos para treinar e que saiam ainda uniformizados para tomar banho e lavar as roupas em suas casas. Mesmo assim, o protocolo vai prever que os clubes criem espaços controlados, desinfetados, para que os atletas acessem o campo após pararem os carros. Alguns clubes talvez tenham que adequar seus CTs com novos acessos.
As academias não poderão ser usadas, assim como refeitórios. Os trabalhos físicos terão que ser feitos no gramado e alguns clubes avaliam que vão precisar comprar materiais específicos para isso. Um detalhe importante: os jogadores deverão ser separados em grupos, de cinco a sete atletas, para evitar exposição entre muitas pessoas. Isso deve significar que, no início, clubes com menor estrutura nos CTs possam ser obrigados a criar horários de treinos diferenciados para cada atleta.
A ideia é que todos do elenco, comissão técnica e funcionários que frequentem o CT sejam testados para covid-19. A princípio a compra desses testes seria responsabilidade dos clubes, mas não está descartado que CBF e federações ajudem.
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