Deficientes visuais torcem pelo Tricolor
São Paulo inova e adota iniciativa alemã de inclusão social de cegos
Fonte Lance!
16 de Março de 2009
Em uma demonstração de que está cada vez mais adaptado aos padrões europeus, preocupado com os torcedores e pensando na Copa de 2014, o Tricolor inovou de novo. Em parceria com a Freeway e a ONG do Grupo Terra, 15 deficientes visuais, acompanhados de voluntários, estiveram presentes para acompanhar o jogo. Eles ganharam um rádio da Eldorado/ESPN, outra parceira, para ouvir o duelo.
O projeto foi trazido da Alemanha, onde os clubes da primeira divisão, e alguns da segunda, promovem este tipo de ação, inédita no Brasil até este domingo. O São Paulo foi o primeiro procurado e, a partir deste piloto, outros também serão. A intenção é mostrar também à CBF.
Um representante do Bayer Leverkusen (ALE) esteve no estádio e foi ele quem apresentou o projeto à Freeway, responsável por levar até o Sampa, diretamente ao superintendente de futebol, Marco Aurélio Cunha, que firmou a parceria:
– Não tive dúvidas, isso é bom para o futebol. Essa inclusão social é importante, ver a felicidade dos deficientes visuais é algo que nos cativa muito – disse o dirigente.
A oportunidade de estar no estádio emociona os deficientes visuais. Mário Luis Brancia, de 47 anos, foi só alegria na declaração:
– É muito diferente do que estar em casa. Mexe com a energia, seja qual jogo for. O projeto é inovador e bom para nós. Mostra a todos com é a verdadeira inclusão social e dá um exemplo a ser seguido sempre.
O projeto foi trazido da Alemanha, onde os clubes da primeira divisão, e alguns da segunda, promovem este tipo de ação, inédita no Brasil até este domingo. O São Paulo foi o primeiro procurado e, a partir deste piloto, outros também serão. A intenção é mostrar também à CBF.
Um representante do Bayer Leverkusen (ALE) esteve no estádio e foi ele quem apresentou o projeto à Freeway, responsável por levar até o Sampa, diretamente ao superintendente de futebol, Marco Aurélio Cunha, que firmou a parceria:
– Não tive dúvidas, isso é bom para o futebol. Essa inclusão social é importante, ver a felicidade dos deficientes visuais é algo que nos cativa muito – disse o dirigente.
A oportunidade de estar no estádio emociona os deficientes visuais. Mário Luis Brancia, de 47 anos, foi só alegria na declaração:
– É muito diferente do que estar em casa. Mexe com a energia, seja qual jogo for. O projeto é inovador e bom para nós. Mostra a todos com é a verdadeira inclusão social e dá um exemplo a ser seguido sempre.
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