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"Há contato diário, muito intenso, desenhamos diversas possibilidades de retorno. A gente vai mapeando o ciclo epidêmico e, a partir daí, vai projetando. Se conseguirmos voltar em maio, como seria essa volta. Se fosse em junho e julho, como seria. Os cenários estão sendo feitos até por quinzena, com muito critério. E checagem diária com as autoridades de saúde pública", disse o presidente do Bahia, Guilherme Bellintani, ressaltando que clubes e CBF estão trabalhando em conjunto, sem divergência.
"Os clubes rechaçam completamente essa hipótese (de mata-mata). Isso tem interferências econômicas profundas nos contratos. A gente prefere, por exemplo, a hipótese de alongar a temporada até janeiro do que escolher um mata-mata.'' concluiu Bellintani.
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