LEIA TAMBÉM: Renovação do São Paulo com Patrocinador não deve mudar suspensão de salários
"Quando comecei a caminhar no mundo da bola só queria jogar, só queria correr atrás da bola. Não pensava que queria jogar em tal clube. Mas foi maravilhoso”, afirmou. “Lembro que treinava, estudava, ia para escola e depois seguia para o Morumbi treinar. Foi uma caminhada longa, mas que valeu a pena”.
Além da pouca idade e do talento apresentado com a camisa do São Paulo, Denílson contou com uma sucessão de acontecimentos para ganhar uma chance nos Gunners.
“Não era nem para eu ter ido para o Arsenal. Era pra ter ido Ramon, que jogava no Atlético-MG. Menino com muita qualidade. O Wenger propôs levar a base sub-16, sub-17 para fazer uns amistosos lá. Ramon acabou com os treinos. O Atlético-MG fez uns quatro, cinco a zero na base do Arsenal e foi assinar o contrato. Porém, o que me falaram é que o comportamento dele acabou travando a negociação”, relembrou.
Depois de cinco anos no futebol inglês, retornou para o seu clube formador. Na segunda passagem, conquistou a Copa Sul-Americana (2012). O jogador também falou sobre a readaptação ao futebol praticado no Brasil.
“Uma das coisas que me alegrava no Arsenal era que treinava sempre 11h da manhã. Os trabalhos era sempre com bola. Quando retornei para o Brasil já nos treinamentos, vim de uma pré-temporada, que nós fizemos na Malásia, e sentia diferença tecnicamente. Era muito difícil nos treinamentos errar passe. O Casemiro chegou para mim depois de 1h de trabalho de posse de bola e falou que não errei um passe. Lá a gente trabalha muito essa parte técnica do atleta. O passe é muito limpo. O Wenger falava isso.”
LEIA TAMBÉM: SÉRIE ESPECIAL SPFC.NET: QUEM DEVE SER O PRESIDENTE DO SÃO PAULO NAS PRÓXIMAS ELEIÇÕES?
São Paulo, denilson, volante, carreira