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Veja o que mudou:
1. Mão na Bola
A mão acidental do atacante a partir de agora só vai ser punida se imediatamente depois de tocar no braço ou mão do atacante resultar em um gol ou uma oportunidade clara de gol para o atacante ou para sua equipe.
Hoje, os árbitros estão marcando praticamente todas as mãos do atacante até mesmo quando acontece longe do gol.
Agora, só vai ser marcada mão acidental do atacante se a bola percorrer uma distância curta ou poucos passes forem dados até o gol ou a oportunidade clara de gol.
Ficou esclarecido também que o braço, para ser falta, vai até a parte inferior da axila. Da axila para cima não é considerada mais infração, conforme ilustrado nessa imagem abaixo, divulgada pelo IFAB em seu twitter.
2. Infrações cometidas na cobrança do pênalti
Agora, se o goleiro se adianta na cobrança do pênalti e o pênalti é perdido, só vai voltar se o árbitro entender que o adiantamento do goleiro realmente interferiu no batedor.
Outra mudança é que agora o jogador que recebeu um amarelo no jogo e receber o segundo cartão amarelo durante a disputa de pênaltis depois do jogo, ele não é mais expulso. Só vai ficar registrado na súmula o segundo cartão e ele continua nas cobranças.
3. Regra do Impedimento
O IFAB reconheceu que a regra do impedimento precisa ser mudada para favorecer mais o ataque e os gols. Mas deixou essa discussão para a próxima reunião. Por enquanto, o IFAB só esclareceu que um atacante não está impedido se a bola vem de um defensor que colocou a mão na bola de propósito.
4. VAR
No VAR, nada mudou de muito importante. O IFAB só reforçou que todo lance de revisão que for interpretativo, tipo um pênalti não marcado que o VAR entende que o árbitro errou feio ao não marcar, o árbitro tem que ir ver o lance no monitor à beira do campo.
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