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Antes de paralisar os estaduais, o São Paulo se encontrava na primeira colocação do grupo C do paulistão com 18 pontos. 18 que poderiam ser 25, já que o tricolor foi muito prejudicado por conta dos erros da arbitragem contra o Novorizontino, onde saiu um empate dolorido por 1 a 1. Na partida contra o Santo André, um gol impedido do time do ABC que gerou na primeira derrota do time na temporada e no clássico contra o Corinthians, um pênalti escandaloso não marcado em Igor Gomes no final do ano.
O emocional de um jogador sempre pode prejudicar o time e os erros de arbitragem que, com detalhe, foram em partidas consecutivas, pode ter abalado um pouco os jogadores do São Paulo, que não importasse o esforço, o árbitro da partida poderia interferir no resultado.
O treinador Fernando Diniz parabenizou sua equipe depois da partida contra o Novorizontino, porque mesmo com os erros de arbitragem, o time não pressionou o juíz e não caiu na cera do time do interior. Mas as partidas que veio em seguida podem ter desestabilizado o time que só retomou a confiança contra o Oeste, após golear o time de Itápolis por 4 a 0.
Com isso entramos em um questionamento. Porque o VAR é utilizado apenas na fase de mata-mata? Já que partidas na fase de grupo podem definir o futuro de um time. Se os 7 pontos que foram tirados do São Paulo, fossem assegurados de forma correta, hoje o tricolor era líder do campeonato paulista no geral.
Os árbitros são amadores e estão errando mais do que o normal. Isso não é só no Campeonato Paulista nem só contra o São Paulo. Basta assistir a outros campeonatos para o cenário se repetir. Relembre casos de nível mundial onde os árbitros se atrapalharam na hora de atribuir um cartão.
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