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Nessa negociação coletiva, ficou estabelecido que as férias seriam de 20 dias em abril (do dia 1º ao dia 20) e dez dias no fim do ano, algo que outros clubes já fizeram. O São Paulo deve seguir por este caminho, embora considere que possa optar por outro período, a depender da opinião de seu elenco.
A expectativa é de que boa parte do mês de dezembro seja usada para a realização de partidas do Brasileirão, que possivelmente terá o seu início atrasado devido ao coronavírus.
Para depois das férias, a diretoria do São Paulo está ouvindo os jogadores para encontrar uma maneira de reduzir os gastos com salários e direitos de imagem enquanto os campeonatos estão parados, período em que o clube fica sem a renda das partidas (a bilheteria dos mata-matas do Paulistão e da fase de grupos da Libertadores era considerada parte essencial do orçamento nos meses de março e abril).
A ideia inicial é de que os atletas recebam tudo o que têm direito, mas não necessariamente nestes meses de crise. Um exemplo: pagar menos agora e acrescentar o que ficou faltando nas folhas dos meses subsequentes. É algo que ainda está em discussão. O clube deverá se manifestar oficialmente em breve.
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