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"O prazo inicial falado é de seis semanas. Hoje (quinta-feira) estamos completando duas semanas. Machuquei em uma quarta e comecei o tratamento na quinta-feira depois do jogo. Segundo a previsão dos médicos, mais quatro semanas para tirar a imobilização da mão para poder voltar a treinar", disse Volpi.
Ele acredita que precisa de mais uma semana para fortalecer. Também declarou que sente um pouco de falta de força no braço por estar imóvel o tempo todo. "Talvez uma semana a mais de fortalecimento no Reffis, mas o principal é a calcificação do osso", explicou.
Além de Volpi, se recuperam de lesão Walce, Rojas e Helinho. Os atletas haviam sido liberados para trabalhos no REFFIS, mas devido ao grande aumento no número de casos do coronavírus, o departamento médico decidiu que todos se recuperariam em casa.
O goleiro revelou que sua lesão é diferente. "O tratamento em si é mais para tirar a dor, porque o processo de cicatrização e calcificação do osso é o mesmo no Reffis ou em casa. O que fazia no Reffis era tirar o processo inflamatório para não ter tanta dor, mas não interfere muito nesse prazo. Vai mais de como o organismo responder para calcificar o osso".
Tiago Volpi só ficou de fora em três partidas defendendo o São Paulo desde que chegou. É uma das peças fundamentais da equipe, e deve retornar junto com a equipe quando os campeonatos forem liberados a acontecerem novamente.
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