Ranking do século: Qual foi o melhor e o pior São Paulo dos últimos anos?

Fonte Globoesporte.com
Qual é a melhor temporada do São Paulo no século? E a pior? Em meio à paralisação do futebol por causa da pandemia do novo coronavírus, o site GloboEsporte.com resolveu mostrar como foi o desempenho do Tricolor de 2001 a 2019 e faz um ranking do pior até o melhor ano.

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19º (pior ano)- 2017

Brigou para não ser rebaixado no Brasileirão e sofreu eliminação tripla: Corinthians (semi do Paulistão), Cruzeiro (Copa do Brasil) e Defensa y Justicia (Sul-Americana). Iniciou a temporada sob o comando de Rogério Ceni e terminou com Dorival Júnior. Teve em Hernanes o grande símbolo da retomada para fugir da inédita queda para a Série B.
Brasileiro: 13º
Copa do Brasil: 4ª fase
Sul-Americana: 1ª fase
Paulistão: 4º
Time-base (quem mais atuou no ano): Sidão, Buffarini (Bruno), Rodrigo Caio, Arboleda e Júnior Tavares; Jucilei, Petros e Hernanes; Cueva, Marcos Guilherme e Lucas Pratto.
18º - 2013

Mais uma vez brigou contra o rebaixamento no Brasileirão. Iniciou a recuperação após a troca de Paulo Autuori por Muricy Ramalho, em setembro daquele ano, quando o time era o 18º colocado. Caiu para Atlético-MG (Libertadores), Ponte Preta (Sul-Americana) e Corinthians (Paulistão). Também perdeu para Corinthians (Recopa) e Kashima Antlers (Copa Suruga).
Brasileiro: 9º
Libertadores: Oitavas de final
Recopa: vice-campeão
Sul-Americana: semifinal
Copa Suruga: vice-campeão
Paulistão: 3º
Time-base (quem mais jogou no ano): Rogério Ceni, Douglas, Rodrigo Caio, Rafael Tolói e Cortez (Reinaldo); Wellington, Maicon, Paulo Henrique Ganso e Jadson; Aloísio e Luís Fabiano.
17º - 2018

O time terminou o primeiro turno na liderança do Brasileirão, mas caiu de rendimento na segunda metade, principalmente por causa do desfalque de Everton. A temporada terminou com demissão do técnico Diego Aguirre a cinco rodadas do fim da competição, e André Jardine assumiu a equipe. Foi eliminado por Athlético-PR (Copa do Brasil), Colón (Sul-Americana) e Corinthians (Paulistão).
Brasileiro: 5º
Copa do Brasil: 4ª fase
Sul-Americana: 2ª fase
Paulistão: 3º
Time-base (quem mais jogou no ano): Jean, Bruno Peres, Arboleda, Bruno Alves e Reinaldo; Hudson, Jucilei e Nenê; Helinho, Everton e Diego Souza.
16º - 2016

De forma surpreendente, o Tricolor foi até a semifinal da Libertadores com o argentino Edgardo Bauza. Calleri, com 16 gols em 31 jogos, foi o grande nome do time eliminado pelo campeão Atlético Nacional, da Colômbia. A queda foi marcada por muita reclamação da arbitragem por um pênalti não marcado em Hudson no segundo jogo, em Medellín. A expulsão de Maicon, no Morumbi, também foi contestada. O Tricolor também caiu para Juventude (Copa do Brasil), Audax (à época dirigido por Fernando Diniz, nas quartas de final do Paulistão) e fez campanha discreta no Brasileirão.
Brasileirão: 10º
Copa do Brasil: oitavas de final
Libertadores: semifinal
Paulistão: 8º
Time-base (quem mais jogou no ano): Denis, Bruno, Maicon, Rodrigo Caio e Mena (Carlinhos); Hudson, Thiago Mendes, Wesley (Michel Bastos) e Paulo Henrique Ganso (Cueva); Kelvin (Luiz Araújo) e Calleri (Chávez).
15º - 2010

Rogério Ceni, Miranda, Hernanes, Fernandão, Dagoberto e Ricardo Oliveira eram os principais nomes de um São Paulo que ficou muito perto de voltar a uma final de Libertadores, mas parou no ótimo Internacional de D'Alessandro, Guiñazu, Sandro, Tinga, Taison e Alecsandro. O Tricolor também sofreu a primeira das três eliminações seguidas para o Santos de Neymar e Ganso na semifinal do Paulistão (2010, 2011 e 2012).
Brasileiro: 9º
Libertadores: semifinal
Paulistão: 4º
14º - 2019

O São Paulo disputou a primeira final de campeonato da "era Leco" (de outubro de 2015 até hoje com o atual presidente no cargo) e perdeu a taça do Paulistão para o Corinthians. A equipe teve quatro treinadores no ano: André Jardine, Vagner Mancini (interino), Cuca e Fernando Diniz. O Tricolor foi eliminado por Talleres (Libertadores) e Bahia (Copa do Brasil).
Brasileiro: 6º
Copa do Brasil: oitavas de final
Libertadores: 2ª fase
Paulistão: vice-campeão
Time-base (quem mais jogou no ano): Tiago Volpi, Igor Vinícius (Juanfran), Arboleda, Bruno Alves e Reinaldo; Luan (Tchê Tchê), Hernanes (Igor Gomes) e Daniel Alves; Antony, Alexandre Pato e Pablo.
13º - 2011

O ano marcou o centésimo gol da carreira de Rogério Ceni, em clássico vencido por 2 a 1 contra o rival Corinthians, na Arena Barueri.
Brasileiro: 6º
Copa do Brasil: quartas de final
Sul-Americana: oitavas de final
Paulistão: 4º
Time-base (quem mais jogou no ano): Rogério Ceni, Jean, Rhodolfo, Alex Silva (Xandão e João Filipe) e Juan; Wellington (Casemiro), Cícero e Rivaldo (Carlinhos Paraíba); Marlos (Dagoberto), Lucas e Luís Fabiano.
12º - 2015

O ano de maior turbulência do São Paulo na década fora do gramado, com denúncias de corrupção, gravações de conversas privadas, briga entre dirigentes e renúncia do presidente Carlos Miguel Aidar. Em campo, o Tricolor acumulou mais uma temporada na fila. O ídolo Rogério Ceni se aposentou no fim da temporada com um evento inesquecível para os torcedores no Morumbi.
Brasileiro: 4º
Copa do Brasil: semifinal
Libertadores: Oitavas de final
Paulistão: 4º
Time-base (quem mais jogou no ano): Rogério Ceni, Bruno, Rodrigo Caio, Lucão e Reinaldo (Carlinhos); Hudson, Thiago Mendes, Michel Bastos (Centurión) e Paulo Henrique Ganso; Alexandre Pato e Luís Fabiano.
11º - 2009

Por pouco o Tricolor não conquistou o tetracampeonato brasileiro consecutivo. O time liderado em campo por Rogério Ceni chegou vivo à última rodada, mas viu o Flamengo levar a taça em campanha de recuperação. Houve muita reclamação dos são-paulinos ao longo do campeonato pelas suspensões do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) a jogadores importantes, como por exemplo Dagoberto, Borges e Jean.
Brasileiro: 3º
Libertadores: quartas de final
Paulistão: 4º
Time-base (quem mais jogou no ano): Rogério Ceni, Renato Silva (Rodrigo), André Dias e Miranda; Jean (Zé Luis), Hernanes, Richarlyson, Jorge Wagner e Júnior César; Dagoberto e Washington (Borges).
10º - 2004

O elenco montado por Cuca com uma base de jogadores do Goiás foi longe na Libertadores. O Tricolor de Cicinho, Fabão, Gustavo Nery, Fábio Simplício, Danilo, Grafite e Luis Fabiano caiu diante do Once Caldas, com um gol aos 45 minutos do segundo tempo.
Brasileiro: 3º
Libertadores: semifinal
Sul-americana: oitavas
Paulistão: 5º
Time-base (quem mais jogou no ano): Rogério Ceni, Fabão, Lugano e Rodrigo; Cicinho, Renan (Fabio Simplício), Josué, Danilo e Fábio Santos (Gustavo Nery ou Júnior); Grafite e Luis Fabiano.
9º - 2003

Mais um ano que não pode ser lembrado por títulos. O time até chegou perto no Paulista, mas foi derrotado pelo Corinthians na final. Foi em 2003, porém, que o então presidente Marcelo Portugal Gouvêa fez um contratação polêmica, sem consultar o treinador Oswaldo de Oliveira. Um zagueiro uruguaio, de 22 anos, reserva do Nacional, desconhecido. Diego Lugano mudaria esse status nos anos seguintes.
Brasileiro: 3º
Copa do Brasil: quartas de final
Sul-americana: semifinal
Paulistão: vice-campeão
Time-base (quem mais jogou no ano): Rogério Ceni, Gabriel, Jean, Julio Santos (Lugano) e Gustavo Nery (Fabiano); Alexandre, Fabio Simplício, Carlos Alberto e Ricardinho; Diego Tardelli e Luis Fabiano.
8º - 2014

Com Kaká, Luis Fabiano e Alexandre Pato, o torcedor do São Paulo sonhou. Mas as taças não vieram. No Brasileiro, o time chegou a incomodar o Cruzeiro, mas não foi o suficiente para tirar o bicampeonato dos mineiros. Uma consolação: o ídolo Rogério Ceni, que se aposentaria no fim daquele ano, decidiu adiar o fim da carreira por uma temporada a mais.
Brasileiro: 2º
Copa do Brasil: terceira fase
Sul-Americana: Semifinal
Paulistão: 6º
Time-base (quem mais jogou no ano): Rogério Ceni, Hudson, Rafael Toloi, Antonio Carlos (Edson Silva) e Álvaro Pereira; Denilson, Souza, Kaká e Paulo Henrique Ganso; Alexandre Pato (Alan Kardec) e Luis Fabiano.
7º - 2002

Foi um ano de derrotas amargas para o São Paulo. O vice-campeonato no Rio-São Paulo, contra o Corinthians, que também derrubou o Tricolor nas semifinais da Copa do Brasil. No Brasileiro, após fazer a melhor campanha da primeira fase, eliminação para o Santos de Diego e Robinho. Teve um título, porém: o Supercampeonato Paulista, uma disputa entre os melhores paulistas do Rio-São Paulo e os melhores do Paulista, disputado sem o grandes naquele ano. Bateu o Ituano na final.
Brasileiro: 5º
Copa do Brasil: semifinal
Copa dos Campeões: fase de grupos
Rio São-Paulo: Final
Supercampeonato Paulista: campeão
Time-base (quem mais jogou no ano): Rogério Ceni, Gabriel, Jean, Ameli (Julio Santos) e Jorginho Paulista; Maldonado, Fabio Simplício, Ricardinho e Kaká; Reinaldo e Luis Fabiano.
6º - 2001

Os são-paulinos não esquecem aquele garoto ainda franzino que entrou em campo no Morumbi e brilhou na final do Rio-São Paulo contra o Botafogo. O único título do Tricolor na temporada serviu para revelar ao mundo aquele que seria um dos principais jogadores dos próximos anos, Kaká, eleito o melhor do planeta em 2007 pela Fifa.
Brasileiro: 7º
Copa do Brasil: quartas de final
Copa dos Campeões: vice-campeão
Mercosul: fase de grupos
Rio-São Paulo: campeão
Paulistão: 8º
Time-base (quem mais jogou no ano): Rogério Ceni, Belletti, Emerson, Reginaldo (Júlio Santos ou Wilson) e Gustavo Nery; Fabio Simplício, Júlio Baptista, Adriano (Leonardo) e Kaká; França e Luis Fabiano.
5º - 2012

Foi o ano do último título do Tricolor neste século, a Copa Sul-Americana. O duelo contra o Tigre, da Argentina, nem terminou – o rival se recusou a voltar para o segundo tempo depois de uma confusão no intervalo. A taça foi erguida por Lucas Moura, que se despedia do clube a caminho do PSG.
Brasileiro: 4º
Copa do Brasil: semifinal
Sul-Americana: campeão
Paulistão: 3º
Time-base (quem mais jogou no ano): Rogério Ceni, Paulo Miranda (Douglas), Rafael Tolói, Rhodolfo e Cortez; Wellington (Maicon), Denílson (Casemiro) e Jadson (Cícero); Osvaldo, Lucas e Luis Fabiano.
4º - 2008

Muricy Ramalho se tornou o Rei dos pontos corridos num campeonato bem mais difícil do que o do ano anterior. O tri do Brasileiro, desta vez, veio apenas na última rodada, um gol de Borges contra o Goiás no Distrito Federal.
Brasileiro: campeão
Libertadores: quartas de final
Sul-Americana: 1ª fase
Paulistão: 3º
Time-base (quem mais jogou no ano): Rogério Ceni, Rodrigo, André Dias e Miranda; Jancarlos (Joílson), Richarlyson, Hernanes, Jorge Wagner (Hugo) e Júnior (Jorge Wagner); Dagoberto e Borges.
3º - 2007

Com uma defesa que sofreu apenas 19 gols em 38 jogos, o São Paulo venceu mais uma vez o Campeonato Brasileiro com uma incrível campanha. Na Libertadores, queda precoce, ainda nas oitavas de final.
Brasileiro: campeão
Libertadores: oitavas
Sul-Americana: quartas de final
Paulistão: 3º
Time-base (quem mais jogou no ano): Rogério Ceni, André Dias, Breno e Miranda; Souza (Leandro), Richarlyson, Hernanes, Jorge Wagner e Júnior; Dagoberto e Aloísio Chulapa (Borges).
2º - 2006

O Ano 2 da soberania tricolor no início do século. O São Paulo foi vice-campeão paulista e da Libertadores, derrotado pelo Internacional. No Brasileiro, porém, venceu a primeira das três taças que levantaria consecutivamente, feito até hoje inédito no torneio.
Brasileiro: campeão
Libertadores: vice-campeão
Recopa Sul-Americana: vice-campeão
Paulistão: vice-campeão
Time-base (quem mais jogou no ano): Rogério Ceni, Ilsinho, Fabão, Miranda e Júnior; Mineiro, Josué, Souza e Danilo; Leandro e Aloísio Chulapa.
1º (melhor ano) - 2005

A defesa de Rogério Ceni em falta batida por Gerrard virou quadro, camiseta e cena definitiva do que se tornaria o mais brilhante ano do São Paulo neste novo século. O tricampeonato mundial, o primeiro brasileiro a alcançar essa glória, coroando a temporada do tri da Libertadores e daquele que seria até aqui o último título do Campeonato Paulista.
Brasileiro: 11º
Libertadores: campeão
Mundial: campeão
Sul-Americana: 1ª fase
Paulistão: campeão
Time-base: Rogério Ceni, Fabão, Lugano e Edcarlos; Cicinho, Mineiro, Josué, Danilo e Júnior; Amoroso (Grafite) e Aloísio Chulapa.
E na sua opinião torcedor? Qual o seu ranking?

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