Coronavírus: São Paulo adia reunião do Conselho para discutir demonstração financeira de 2019
Encontro seria realizado no próximo dia 31 e foi inicialmente adiado para segunda quinzena de abril. Data poderá ser reavaliada de acordo com a situação da pandemia
Fonte globoesporte.globo.com
18 de Março de 2020
Foto: Divulgação
O Conselho Deliberativo do São Paulo adiou a reunião do próximo dia 31 para discutir as demonstrações financeiras de 2019 como medida de prevenção no combate ao novo coronavírus.
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O presidente do Conselho do São Paulo, Marcelo Abranches Pupo Barboza, comunicou os conselheiros sobre o adiamento nesta quarta-feira. Inicialmente a reunião foi adiada para a segunda quinzena de abril, mas a data poderá ser revista de acordo com a situação da pandemia do coronavírus.
O balanço financeiro do São Paulo foi apresentado ao Conselho de Administração com um déficit de R$ 156 milhões e aprovado. O vice-presidente Roberto Natel foi o único membro a votar contra. Ele e o presidente Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, estão rachados há anos.
Ciente de que as finanças fechariam com déficit, o Conselho de Administração colocou como principal meta para o orçamento de 2020 a redução desta dívida. Para isso, a promessa é de um controle sobre todos os departamentos do clube.
Há o consenso de que as áreas não cumpriram com seus objetivos e precisam mostrar resultados nos próximos meses. A fiscalização mais rígida é uma das premissas para este ano.
No orçamento aprovado no ano passado também ficaram definidos cortes nos custos do futebol (profissional e de base) e aumento nas receitas, o que terá impacto, por exemplo, no marketing. Neste início de ano, o departamento fechou novos patrocínios os uniformes.
No quesito corte de custos, o São Paulo avalia ter uma economia de cerca de R$ 18 milhões com empréstimos e saídas de atletas. Foram eles: Jucilei, Hudson, Everton Felipe, Jonatan Gómez, Jean, Raniel e Araruna.
Outra manobra para reduzir esta dívida está na venda de jogadores. Neste ano, o São Paulo negociou Antony por R$ 74 milhões e mais 20% da revenda de David Neres, do Ajax, por R$ 32 milhões. O orçamento para 2020 prevê R$ 154 milhões em vendas de jogadores.
São Paulo, Coronavírus, adiado, Conselho, reunião
O Conselho Deliberativo do São Paulo adiou a reunião do próximo dia 31 para discutir as demonstrações financeiras de 2019 como medida de prevenção no combate ao novo coronavírus.
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O presidente do Conselho do São Paulo, Marcelo Abranches Pupo Barboza, comunicou os conselheiros sobre o adiamento nesta quarta-feira. Inicialmente a reunião foi adiada para a segunda quinzena de abril, mas a data poderá ser revista de acordo com a situação da pandemia do coronavírus.
O balanço financeiro do São Paulo foi apresentado ao Conselho de Administração com um déficit de R$ 156 milhões e aprovado. O vice-presidente Roberto Natel foi o único membro a votar contra. Ele e o presidente Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, estão rachados há anos.
Ciente de que as finanças fechariam com déficit, o Conselho de Administração colocou como principal meta para o orçamento de 2020 a redução desta dívida. Para isso, a promessa é de um controle sobre todos os departamentos do clube.
Há o consenso de que as áreas não cumpriram com seus objetivos e precisam mostrar resultados nos próximos meses. A fiscalização mais rígida é uma das premissas para este ano.
No orçamento aprovado no ano passado também ficaram definidos cortes nos custos do futebol (profissional e de base) e aumento nas receitas, o que terá impacto, por exemplo, no marketing. Neste início de ano, o departamento fechou novos patrocínios os uniformes.
No quesito corte de custos, o São Paulo avalia ter uma economia de cerca de R$ 18 milhões com empréstimos e saídas de atletas. Foram eles: Jucilei, Hudson, Everton Felipe, Jonatan Gómez, Jean, Raniel e Araruna.
Outra manobra para reduzir esta dívida está na venda de jogadores. Neste ano, o São Paulo negociou Antony por R$ 74 milhões e mais 20% da revenda de David Neres, do Ajax, por R$ 32 milhões. O orçamento para 2020 prevê R$ 154 milhões em vendas de jogadores.
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