Confira a trajetória de Fernando Diniz até chegar ao comando técnico do Tricolor

O São Paulo anunciou no fim da noite desta quinta-feira a contratação de Fernando Diniz para vaga deixada por Cuca, que pediu demissão depois da derrota para o Goiás, na quarta-feira.

Diniz será apresentado nesta sexta-feira, no CT da Barra Funda, após comandar seu primeiro treino à frente do Tricolor. A estreia do técnico será sábado, contra o Flamengo, no Maracanã, às 19h.
Fernando Diniz começou a carreira no Votoraty em 2009, conseguindo já em seu primeiro ano como técnico os títulos da Campeonato Paulista Série A3 e Copa Paulista. No ano seguinte levou o clube a segunda fase da Copa do Brasil 2010, sendo eliminado pelo semi-finalista daquela edição, o Grêmio. Este foi o último jogo do técnico pelo clube, pois os donos da equipe resolveram extinguir o clube em seguida.
Pelo prestígio obtido inicialmente, o treinador foi contratado para dirigir o Paulista, equipe com a qual se sagrou bi-campeão da Copa Paulista em 2010.
Em 2011, teve uma breve passagem pelo Botafogo de Ribeirão Preto, sendo demitido após disputar quatro jogos.
No final de 2011, Fernando recebeu o comando do Atlético Sorocaba, com o qual atingiu a terceira colocação na Série A2 de 2012, conseguindo o acesso à primeira divisão do futebol paulista em 2013. Foi demitido no segundo semestre de 2012, após eliminação da Copa Paulista.
O espectador mais ligado no mundo da bola é capaz de se lembrar dos primórdios de Fernando Diniz como treinador, no Audax. O toque de bola envolvente e a ‘irresponsabilidade’ ao impedir que seus goleiros dessem chutões foram alguns dos marcos do mineiro naquela equipe.
Além das exibições que atraiam os olhares do público, o Audax tinha resultados expressivos. Foi sob a batuta de Diniz que o clube pouco conhecido alcançasse o vice-campeonato do Paulista contra o Santos, em 2016.
Mas se o começo foi alucinante, a queda foi meteórica. Depois do time de Osasco, o treinador não conseguiu atingir 50 partidas em nenhum dos clubes que dirigiu.
No Paraná, foram 17 jogos e 7 derrotas. No Oeste, 37 partidas e 12 resultados negativos. Quando parecia que nada daria certo na carreira do Diniz, surgiu o Athletico-PR para oferecer a sua primeira oportunidade no comando de clube grande.
Mas, de novo, nada feito. O técnico conseguiu registar apenas 5 vitórias em míseros 21 jogos no time de Curitiba e, mais uma vez, foi sacado. Ele não só voltou a ser questionado como também ficou de maio a dezembro de 2018 sem dirigir um clube.
Foi aí que apareceu o Fluminense na vida do ex-jogador de 45 anos e, dessa vez, nem tudo foi um desastre. De cara, ganhou o prêmio de Melhor Treinador do Campeonato Carioca de 2019 e, com isso, indicava uma retomada em sua carreira.
O que ele não esperava era a queda do rendimento dentro de campo e a campanha de largada péssima do Tricolor Carioca no Campeonato Brasileiro. Daí, outra demissão — foram 18 vitórias, 15 derrotas e 11 empates em 44 jogos.
Oportunidades, ele teve. Já o resultados, estão em falta desde a sua época no Audax. Caso escolha pelo Fernando Diniz, a direção terá de assumir os riscos de passar outra temporada sem grandes resultados e, por consequência, sob pressão da torcida.

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