Nosso departamento médico tem que ser cobrado por tudo isso. E foi tema central do meu editorial passado.
Dito isso, entendo ter explanado meu pensamento sobre o resultado de Porto Alegre. Convenhamos que jogar sem Daniel Alves, Hernanes, Antony, Pablo e Pato não é para qualquer um. Além deles, jogamos sem os primeiros reservas: Toró, Igor Gomes e Rojas.
Para piorar, Cuca, ao invés de fazer o simples, inventou colocando três volantes e deixando o time sem armador. No primeiro tempo esse sistema até funcionou um pouco, com a marcação pressão que foi feita e com Everton, muito bem no jogo, ganhando jogadas, indo á linha de fundo e cruzando para trás. Numa dessas jogadas, ele deu uma verdadeira assistência para Tchê Tchê que “isolou” a bola.
O “se” não faz parte do jogo, mas se fizéssemos esse gol, as coisas poderiam ser diferentes. Assim como “se ” o VAR não atrapalhasse, talvez saíssemos de lá com um empate. Até porque não foi pênalti, em hipótese alguma, o marcado pela arbitragem. Mas, de novo o VAR nos atrapalhou.
É fato, também, que o São Paulo não jogou nada no segundo tempo. Como sempre o ar acabou, o time foi dominado e viveu de contra-ataques, que não saíram.
E no fim a rodada foi horrível para nós. Se tinha sido boa, pelo empate do Corinthians pela manhã, ficou terrível com as vitórias do Flamengo e do Palmeiras.
A recuperação tem que começar contra o CSA domingo, para buscarmos os pontos perdidos de maneira tola no segundo turno.
São Paulo, Time, Tricolor