Leco explica resistência interna aos esportes olímpicos no São Paulo
Fonte Gazeta Esportiva
21 de Julho de 2019
Leco não vê a resistência interna aos esportes olímpicos como significativa (Sergio Barzaghi/Gazeta Press)
O São Paulo voltou a investir em esportes olímpicos no começo deste ano ao criar equipes no futebol feminino e no basquete masculino. A ação mais recente do clube em relação ao âmbito aconteceu na última sexta-feira, quando apresentou uma parceria com o Barueri para a disputa nacional do vôlei. Para isso, porém, o presidente Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, precisou vencer uma resistência interna.
A pressão contrária a entrada da agremiação nos esportes olímpicos foi revelada por Carlos Belmonte, diretor geral do clube social, durante a coletiva para detalhar o acordo com o Barueri para a modalidade feminina.
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“A gente é um clube essencialmente de futebol. A nossa história é o futebol. Eu preciso enaltecer o presidente porque precisa ter muita coragem, e ele teve, ao bancar o basquete na Liga Ouro e agora o vôlei feminino e o futebol feminino. Isso não é fácil para um clube de futebol, as resistências são muitas”, desabafou o dirigente.
“Eu sou só um braço do presidente, mas a coragem que ele teve é muito difícil de a gente ver em um clube de futebol, o que ele enfrentou para implantar essas modalidades aqui… A gente tem muito orgulho do que está sendo feito, mas nada teria acontecido sem a imensa vontade do presidente de enfrentar as dificuldades e implantar essas modalidades”, completou.
O São Paulo vem de duas parcerias que não deram certo no vôlei. Em meados dos anos 2000, o clube firmou um acordo com a Ulbra, do Rio Grande do Sul, para a disputa de competições masculinas, mas a iniciativa não durou por muito tempo, assim como a mais recente, com o Vôlei Taubaté, em 2015. Diante desse cenário, Leco entende a postura interna.
“A resistência não é significativa. As pessoas estão preocupadas com a questão de assumir compromissos que não deram certo em outros momentos, que acabaram trazendo para o clube responsabilidades”, disse o mandatário à Gazeta Esportiva, antes de depositar a confiança em José Roberto Guimarães, treinador e idealizador do projeto da equipe de Barueri.
“Agora, a gente está tranquilo porque desenvolveu, com o José Roberto e a equipe dele, um plano de trabalho boníssimo. E confiando que ele não é uma figura que entra em qualquer coisa por entrar. Ele é muito grande nisso, tem uma estatura, uma qualidade e é nisso que nós estamos confiando”, finalizou.
São Paulo, Leco, Resistência, Interna, Esportes, Olímpicos, SPFC
O São Paulo voltou a investir em esportes olímpicos no começo deste ano ao criar equipes no futebol feminino e no basquete masculino. A ação mais recente do clube em relação ao âmbito aconteceu na última sexta-feira, quando apresentou uma parceria com o Barueri para a disputa nacional do vôlei. Para isso, porém, o presidente Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, precisou vencer uma resistência interna.
A pressão contrária a entrada da agremiação nos esportes olímpicos foi revelada por Carlos Belmonte, diretor geral do clube social, durante a coletiva para detalhar o acordo com o Barueri para a modalidade feminina.
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“A gente é um clube essencialmente de futebol. A nossa história é o futebol. Eu preciso enaltecer o presidente porque precisa ter muita coragem, e ele teve, ao bancar o basquete na Liga Ouro e agora o vôlei feminino e o futebol feminino. Isso não é fácil para um clube de futebol, as resistências são muitas”, desabafou o dirigente.
“Eu sou só um braço do presidente, mas a coragem que ele teve é muito difícil de a gente ver em um clube de futebol, o que ele enfrentou para implantar essas modalidades aqui… A gente tem muito orgulho do que está sendo feito, mas nada teria acontecido sem a imensa vontade do presidente de enfrentar as dificuldades e implantar essas modalidades”, completou.
O São Paulo vem de duas parcerias que não deram certo no vôlei. Em meados dos anos 2000, o clube firmou um acordo com a Ulbra, do Rio Grande do Sul, para a disputa de competições masculinas, mas a iniciativa não durou por muito tempo, assim como a mais recente, com o Vôlei Taubaté, em 2015. Diante desse cenário, Leco entende a postura interna.
“A resistência não é significativa. As pessoas estão preocupadas com a questão de assumir compromissos que não deram certo em outros momentos, que acabaram trazendo para o clube responsabilidades”, disse o mandatário à Gazeta Esportiva, antes de depositar a confiança em José Roberto Guimarães, treinador e idealizador do projeto da equipe de Barueri.
“Agora, a gente está tranquilo porque desenvolveu, com o José Roberto e a equipe dele, um plano de trabalho boníssimo. E confiando que ele não é uma figura que entra em qualquer coisa por entrar. Ele é muito grande nisso, tem uma estatura, uma qualidade e é nisso que nós estamos confiando”, finalizou.
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