Caso Daniel: filha de assassino combinou versão do crime com testemunhas, diz TV
Assassinato do ex-jogador de Botafogo e São Paulo segue ganhando novos capítulos
Fonte Torcedores.com
18 de Julho de 2019
O caso da morte do jogador Daniel segue repercutindo e ganhou novo capítulo nesta quinta-feira (18). A RPC TV, afiliada da Globo no Paraná, teve acesso ao celular de Lucas Mineiro, amigo de Allana Brittes que esteve presente na festa que antecedeu o assassinato do atleta.
Nas mensagens trocadas entre a filha de Edison Brittes Júnior, o Juninho Riqueza, assassino confesso do jogador, e Lucas, é possível ver que Allana marcou um encontro não só com o amigo, mas com outras testemunhas no dia 27 de outubro de 2018.
Marcado para a praça de alimentação de um shopping center no dia 29 de outubro, dois dias após o assassinato do jogador, o encontro foi utilizado para que uma versão única do crime fosse combinada com testemunhas do caso.
Edison Brittes está preso desde novembro do ano passado e confessou o crime. Segundo ele, Daniel tentou estuprar a esposa Cristina Brittes e isso o motivou. Porém, tanto a Polícia Civil quanto o Ministério Público do Paraná entendem que a acusação do assassino é infundada.
As últimas novidades sobre o caso Daniel eram datadas de março deste ano. Desde então, o processo segue sob sigilo de justiça.
São Paulo, Caso Daniel, Tricolor
Nas mensagens trocadas entre a filha de Edison Brittes Júnior, o Juninho Riqueza, assassino confesso do jogador, e Lucas, é possível ver que Allana marcou um encontro não só com o amigo, mas com outras testemunhas no dia 27 de outubro de 2018.
Marcado para a praça de alimentação de um shopping center no dia 29 de outubro, dois dias após o assassinato do jogador, o encontro foi utilizado para que uma versão única do crime fosse combinada com testemunhas do caso.
Edison Brittes está preso desde novembro do ano passado e confessou o crime. Segundo ele, Daniel tentou estuprar a esposa Cristina Brittes e isso o motivou. Porém, tanto a Polícia Civil quanto o Ministério Público do Paraná entendem que a acusação do assassino é infundada.
As últimas novidades sobre o caso Daniel eram datadas de março deste ano. Desde então, o processo segue sob sigilo de justiça.
São Paulo, Caso Daniel, Tricolor
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