A história do VAR com o Brasileirão é antiga, a CBF queria que a tecnologia fosse implementada desde o início do ano passado, mas por votação a vontade da CBF precisou ser adiada. Já em 2019, a instituição decidiu arcar com os custos da tecnologia e os clubes seriam responsáveis pelos árbitros de campo e manutenção. No entanto os problemas estão justamente nos árbitros de campo, a demora inexplicável para avaliar um lance e as decisões que são constantemente revertidas são agoniantes e reflexo da má preparação.
Mesmo sendo cedidos cursos para que os juízes se inteirem da tecnologia, os erros acontecem frequentemente, a começar pelo uso quase ininterrupto do VAR a orientação é que seja utilizado apenas em lances claros e não em lances interpretativos, exceto quando a decisão imposta pelo juiz não condiz com as imagens do árbitro de vídeo. As atitudes errôneas foram tantas que 64 árbitros irão para um intensivão.
As tomadas de decisão tem sido cada vez mais vezes repensadas, o que por um lado é bom, mostra também que os árbitros precisam de uma reciclagem para reaprenderem a ter visão de jogo, embora a tecnologia tenha ajudado, talvez ela tenha deixado os árbitros de campo mias acomodados.