“No Santos nós fizemos um começo até entender as dificuldades. Depois que entendemos as dificuldades, demos uma arrancada fantástica, com dez jogos sem perder. Faltou aquele sprint final”, disse Cuca, recordando o seu último trabalho.
“Não vejo que aqui seja mais difícil do que lá. Aqui tenho mais tempo, lá já estava fechada a janela de contratações, tinha que ir com o que tínhamos. A confiança se recupera fazendo o feijão com arroz, trabalhando certo, sem complicação, que, daqui a pouquinho, Deus abençoa e as coisas começam a acontecer”, completou.
Demonstrando ser adepto de princípios básicos neste início de trabalho antes de tentar implementar qualquer outra coisa mais complexa em sua equipe, Cuca foi além da tática. O treinador espera criar um ambiente extremamente saudável, principalmente no vestiário, para que os resultados positivos, enfim, se tornem rotina.
Seguindo a linha de Luiz Felipe Scolari, Cuca planeja unir seus futuros jogadores e consolidar a “família São Paulo” para que tudo flua da melhor maneira possível.
“Tão importante quanto a figura do treinador é o papel do elenco. O elenco também é responsável pelo treinador novato ou veterano ir bem. A família São Paulo vai lutar contra a família Flamengo, contra a família Cruzeiro. Você tem que ser uma família. Aqui tem a família São Paulo e temos que fortalecê-la ainda mais para conseguir os resultados”, concluiu.
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