Majestoso também servirá de parâmetro quanto ao comprometimento dos jogadores do SPFC
Fonte LANCE!Net
17 de Fevereiro de 2019
Na sequência do maior vexame em sua história gloriosa em Libertadores, hoje, domingão, às 19 horas, o São Paulo enfrentará o arquirrival Corinthians, em Itaquera, onde jamais vencera. Foram nove partidas, com seis derrotas (incluindo um retumbante 6 a 1) e três empates.
Para colocar uma pimenta a mais na partida, em caso de derrota, o Tricolor poderá ficar de fora da zona de classificação no Paulista. São Paulo e Oeste estão empatados em 9 pontos no grupo D do Paulista, liderado pelo Ituano, com 10. Assim, se o Oeste vencer o São Bento, às 17h30, em Itápolis e o Corinthians ganhar o Majestoso, o clube do Morumbi cairá para terceira colocação.
Com uma profunda crise instalada, queda de técnico, pressão sobre o presidente Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, e a comissão técnica, futebol sofrível e muitos questionamentos sobre o futuro do São Paulo na temporada, o desafio de Mancini é juntar os cacos na tentativa de arrancar um bom resultado frente ao Corinthians, evitando assim uma fervura ainda maior no caldeirão do Morumbi.
Além da histórica rivalidade, tabu em Itaquera e superação depois da pancada na Liberta, quando o São Paulo entrar em campo, o Majestoso também poderá responder, ou dar indícios, sobre uma interrogação que paira sobre as cabeças tricolores: – Qual o nível de comprometimento dos jogadores com Jardine e, consequentemente, com o São Paulo?
Aguirre e Jardine não caíram somente por escolhas táticas equivocadas, escalações questionáveis e, consequentemente, péssimos desempenhos. A indolência de alguns jogadores nas partidas também ajudou a colocar o São Paulo na atual situação em que torcedores veem com desconfiança o que se construiu para a temporada 2019.
Se Aguirre perdera o vestiário e Jardine parece tê-lo, caberá a Mancini (que de interino não tem nada devido à sua competitividade), técnico cascudo e disciplinador, que estampa no currículo equipes do porte de Grêmio, Santos, Cruzeiro, Botafogo e Vasco, a missão de exercer o comando sobre um elenco que, em parte e em alguns momentos, pareceu se colocar acima da instituição.
São Paulo e Corinthians, independente do torneio disputado, sempre será uma disputa à parte das tabelas. A história de ambas as equipes nos mostra que o Majestoso já derrubou técnicos e instalou crises. É jogo de gente grande, momento em que se separam os meninos dos homens.
Para o Tricolor, o Majestoso também servirá como parâmetro para mensurar o comprometimento ou a indolência do elenco.
São paulo, Majestoso, Parâmetro, Comprometimento, Jogadores, SPFC
Para colocar uma pimenta a mais na partida, em caso de derrota, o Tricolor poderá ficar de fora da zona de classificação no Paulista. São Paulo e Oeste estão empatados em 9 pontos no grupo D do Paulista, liderado pelo Ituano, com 10. Assim, se o Oeste vencer o São Bento, às 17h30, em Itápolis e o Corinthians ganhar o Majestoso, o clube do Morumbi cairá para terceira colocação.
Com uma profunda crise instalada, queda de técnico, pressão sobre o presidente Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, e a comissão técnica, futebol sofrível e muitos questionamentos sobre o futuro do São Paulo na temporada, o desafio de Mancini é juntar os cacos na tentativa de arrancar um bom resultado frente ao Corinthians, evitando assim uma fervura ainda maior no caldeirão do Morumbi.
Além da histórica rivalidade, tabu em Itaquera e superação depois da pancada na Liberta, quando o São Paulo entrar em campo, o Majestoso também poderá responder, ou dar indícios, sobre uma interrogação que paira sobre as cabeças tricolores: – Qual o nível de comprometimento dos jogadores com Jardine e, consequentemente, com o São Paulo?
Aguirre e Jardine não caíram somente por escolhas táticas equivocadas, escalações questionáveis e, consequentemente, péssimos desempenhos. A indolência de alguns jogadores nas partidas também ajudou a colocar o São Paulo na atual situação em que torcedores veem com desconfiança o que se construiu para a temporada 2019.
Se Aguirre perdera o vestiário e Jardine parece tê-lo, caberá a Mancini (que de interino não tem nada devido à sua competitividade), técnico cascudo e disciplinador, que estampa no currículo equipes do porte de Grêmio, Santos, Cruzeiro, Botafogo e Vasco, a missão de exercer o comando sobre um elenco que, em parte e em alguns momentos, pareceu se colocar acima da instituição.
São Paulo e Corinthians, independente do torneio disputado, sempre será uma disputa à parte das tabelas. A história de ambas as equipes nos mostra que o Majestoso já derrubou técnicos e instalou crises. É jogo de gente grande, momento em que se separam os meninos dos homens.
Para o Tricolor, o Majestoso também servirá como parâmetro para mensurar o comprometimento ou a indolência do elenco.
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