Apenas goleadas salvam São Paulo de seu pior ataque em returnos na década
Fonte Gazeta Esportiva
24 de Novembro de 2018
Depois de um primeiro turno em que figurou como líder do Campeonato Brasileiro, sustentou a condição de segundo melhor ataque e apresentou um futebol eficiente, o returno do São Paulo tem sido melancólico. Lutando a duras penas pela vaga direta para a fase de grupos da Copa Libertadores de 2019, o Tricolor tem sofrido com o baixo número de gols marcados desde o fim da 19ª rodada e se aproximado de uma marca negativa na década.
Com os 14 gols marcados no segundo turno, o São Paulo não detêm apenas o posto de um dos times com menos tentos marcados no campeonato, como caminha a passos largos para terminar o Brasileiro com seu pior ataque em returnos da década. Para evitar essa condição, o time comandado por André Jardine precisa marcar oito gols nos últimos dois jogos, contra Sport e Chapecoense.
Prestes a ser quebrada, a pior marca ofensiva do ataque do São Paulo em returnos do Campeonato Brasileiro na década aconteceu em 2013, quando o Tricolor balançou as redes apenas 22 vezes nas 19 últimas rodadas. A melhor marca, por sua vez, foi no ano anterior, em 2012, ano em que o time do Morumbi marcou 30 tentos, terminou na quarta posição e se classificou para a Copa Libertadores do ano seguinte.
A falta de repertório ofensivo, inclusive, é um dos principais problemas do Tricolor no returno. Antes considerado letal, o ataque viu seu aproveitamento sucumbir nas últimas rodadas e, consequentemente, os resultados positivos começaram a desaparecer. A fim de sanar o problema, Diego Aguirre deixou o comando do time, dando lugar a André Jardine, adepto do jogo “propositivo”.
Mas nem com o treinador promovido das categorias de base em janeiro, o São Paulo tem conseguido apresentar uma grande evolução ofensiva. Apesar de ter tido apenas três jogos e um intervalo curto entre as partidas, o São Paulo de Jardine marcou apenas dois gols no período e, ainda assim, segue sofrendo com o baixo número de chances de gols criadas, salvo o excessivo número de cruzamentos para área.
O problema da falta de gols, porém, não é uma novidade das últimas rodadas. No início de 2018, o ataque foi o grande alvo da diretoria no quesito reforços. Peças como Nenê, Diego Souza, Rojas, Carneiro, Tréllez e Everton foram contratadas, mas o problema ainda segue. Para as duas últimas rodadas da competição nacional, apenas a dupla dos camisas 10 e 9, o atacante colombiano e o ex-flamenguista estão à disposição.
Na atual temporada, a competição continental e a vaga direta para a fase de grupos continuam sendo o grande objetivo do São Paulo. Com 62 pontos, o time comandado por André Jardine ocupa a quinta posição e fica atrás do Grêmio pelos critérios de desempate. Na próxima segunda-feira, no último jogo no Morumbi na temporada, o Tricolor terá pela frente o desesperado Sport em busca de permanecer na elite.
São Paulo, Apenas, Goleadas, Salvam, Tricolor, SPFC
Com os 14 gols marcados no segundo turno, o São Paulo não detêm apenas o posto de um dos times com menos tentos marcados no campeonato, como caminha a passos largos para terminar o Brasileiro com seu pior ataque em returnos da década. Para evitar essa condição, o time comandado por André Jardine precisa marcar oito gols nos últimos dois jogos, contra Sport e Chapecoense.
Prestes a ser quebrada, a pior marca ofensiva do ataque do São Paulo em returnos do Campeonato Brasileiro na década aconteceu em 2013, quando o Tricolor balançou as redes apenas 22 vezes nas 19 últimas rodadas. A melhor marca, por sua vez, foi no ano anterior, em 2012, ano em que o time do Morumbi marcou 30 tentos, terminou na quarta posição e se classificou para a Copa Libertadores do ano seguinte.
A falta de repertório ofensivo, inclusive, é um dos principais problemas do Tricolor no returno. Antes considerado letal, o ataque viu seu aproveitamento sucumbir nas últimas rodadas e, consequentemente, os resultados positivos começaram a desaparecer. A fim de sanar o problema, Diego Aguirre deixou o comando do time, dando lugar a André Jardine, adepto do jogo “propositivo”.
Mas nem com o treinador promovido das categorias de base em janeiro, o São Paulo tem conseguido apresentar uma grande evolução ofensiva. Apesar de ter tido apenas três jogos e um intervalo curto entre as partidas, o São Paulo de Jardine marcou apenas dois gols no período e, ainda assim, segue sofrendo com o baixo número de chances de gols criadas, salvo o excessivo número de cruzamentos para área.
O problema da falta de gols, porém, não é uma novidade das últimas rodadas. No início de 2018, o ataque foi o grande alvo da diretoria no quesito reforços. Peças como Nenê, Diego Souza, Rojas, Carneiro, Tréllez e Everton foram contratadas, mas o problema ainda segue. Para as duas últimas rodadas da competição nacional, apenas a dupla dos camisas 10 e 9, o atacante colombiano e o ex-flamenguista estão à disposição.
Na atual temporada, a competição continental e a vaga direta para a fase de grupos continuam sendo o grande objetivo do São Paulo. Com 62 pontos, o time comandado por André Jardine ocupa a quinta posição e fica atrás do Grêmio pelos critérios de desempate. Na próxima segunda-feira, no último jogo no Morumbi na temporada, o Tricolor terá pela frente o desesperado Sport em busca de permanecer na elite.
São Paulo, Apenas, Goleadas, Salvam, Tricolor, SPFC
Avalie esta notícia:
6
0
VEJA TAMBÉM
- Emprestados em destaque: Tapia dá show na MLS e Maílton se destaca no Fortaleza- Retorno antecipado? Lateral é avaliado para voltar ao Morumbi após passagem na Europa
- Dorival Júnior aposta na base do São Paulo para moldar elenco
- Eleições do São Paulo podem definir futuro de Dorival Júnior
- Problemas físicos e contrato encerrando tiram zagueiro dos planos de Dorival
