Pela terceira vez em um mês e meio, Everton vai ao DM por lesão muscular
Fonte Gazeta Esportiva
11 de Outubro de 2018
Foto: Djalma Vassão/Gazeta Press
O novo estiramento no músculo posterior da coxa esquerda de Everton, detectado em exame realizado na última quarta-feira, deixará o meia-atacante do São Paulo sob os cuidados do departamento médico do clube pela terceira vez em um período de um mês e meio.
A lesão, sofrida durante a derrota para o Palmeiras no sábado, requer um período de recuperação de ao menos três semanas. Assim, ele certamente desfalcará o time nos jogos contra Internacional (14/10), Atlético-PR (20) e Vitória (26).
Numa previsão mais otimista, um possível retorno do jogador ocorreria diante do Flamengo, no dia 3 de novembro, no Morumbi, em duelo válido pela 32ª rodada do Campeonato Brasileiro.
O ciclo de problemas físicos tem início em 26 de agosto, quando o São Paulo venceu o Ceará por 1 a 0, em casa, pela 21ª rodada. Durante o confronto, o camisa 22 sentiu a mesma lesão da qual se recupera no momento.
Após desfalcar a equipe nos duelos com Fluminense, Atlético-MG e Bahia, ele voltou a ser escalado no clássico contra o Santos, no dia 16 de setembro. No entanto, ainda no primeiro tempo, teve um desconforto na coxa esquerda e precisou sair no intervalo.
A fibrose decorrente do trauma na região o tirou das partidas contra América-MG e Botafogo. Na semana que antecedeu ao Choque-Rei, foi submetido a testes físicos que o habilitaram a treinar com o grupo e a ficar à disposição de Diego Aguirre.
Mas o treinador preferiu iniciar o clássico do último dia 6 com Everton entre os reservas. No entanto, ao substituir Rodrigo Caio no intervalo, o jogador sentiu a nova lesão logo nos primeiros minutos do segundo tempo e não conseguiu ajudar o São Paulo a reverter o placar de 2 a 0.
Um dos fatores que pode explicar a sucessão de problemas físicos de Everton tem relação com suas características como jogador. Por ser leve, o ponta esquerda não economiza em velocidade durante suas muitas arrancadas, exigindo o máximo de sua estrutura muscular, que por vezes sucumbe aos esforços aos quais é submetida.
Seja como for, Aguirre não poderá contar com o principal garçom do time no Brasileirão, com seis assistências. Até domingo, o uruguaio tem mais três dias para pensar em soluções de olho nos próximo compromissos, a começar pelo duelo direto com o Inter, no Beira-Rio.
O novo estiramento no músculo posterior da coxa esquerda de Everton, detectado em exame realizado na última quarta-feira, deixará o meia-atacante do São Paulo sob os cuidados do departamento médico do clube pela terceira vez em um período de um mês e meio.
A lesão, sofrida durante a derrota para o Palmeiras no sábado, requer um período de recuperação de ao menos três semanas. Assim, ele certamente desfalcará o time nos jogos contra Internacional (14/10), Atlético-PR (20) e Vitória (26).
Numa previsão mais otimista, um possível retorno do jogador ocorreria diante do Flamengo, no dia 3 de novembro, no Morumbi, em duelo válido pela 32ª rodada do Campeonato Brasileiro.
O ciclo de problemas físicos tem início em 26 de agosto, quando o São Paulo venceu o Ceará por 1 a 0, em casa, pela 21ª rodada. Durante o confronto, o camisa 22 sentiu a mesma lesão da qual se recupera no momento.
Após desfalcar a equipe nos duelos com Fluminense, Atlético-MG e Bahia, ele voltou a ser escalado no clássico contra o Santos, no dia 16 de setembro. No entanto, ainda no primeiro tempo, teve um desconforto na coxa esquerda e precisou sair no intervalo.
A fibrose decorrente do trauma na região o tirou das partidas contra América-MG e Botafogo. Na semana que antecedeu ao Choque-Rei, foi submetido a testes físicos que o habilitaram a treinar com o grupo e a ficar à disposição de Diego Aguirre.
Mas o treinador preferiu iniciar o clássico do último dia 6 com Everton entre os reservas. No entanto, ao substituir Rodrigo Caio no intervalo, o jogador sentiu a nova lesão logo nos primeiros minutos do segundo tempo e não conseguiu ajudar o São Paulo a reverter o placar de 2 a 0.
Um dos fatores que pode explicar a sucessão de problemas físicos de Everton tem relação com suas características como jogador. Por ser leve, o ponta esquerda não economiza em velocidade durante suas muitas arrancadas, exigindo o máximo de sua estrutura muscular, que por vezes sucumbe aos esforços aos quais é submetida.
Seja como for, Aguirre não poderá contar com o principal garçom do time no Brasileirão, com seis assistências. Até domingo, o uruguaio tem mais três dias para pensar em soluções de olho nos próximo compromissos, a começar pelo duelo direto com o Inter, no Beira-Rio.
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