Ramón de Carranza de 1992: 4 a 0 no Real Madrid em mais um show do Tricolor
Há 26 anos, o São Paulo goleou os espanhóis por 4 a 0 em outro espetáculo do time de Telê
Fonte Site Oficial
29 de Agosto de 2018
Por Arquivo Histórico do São Paulo FC
No dia 29 de agosto de 1992, em Cádiz, na Espanha, o São Paulo venceu o Real Madrid pela decisão do Troféu Ramón de Carranza por 4 a 0, com gols de Elivélton, Raí e Müller (2).
Duas semanas antes dessa grande vitória, o Tricolor bateu outro gigante espanhol, o Barcelona (daquela vez, por 4 a 1, pelo Troféu Tereza Herrera, em La Coruña). Era um momento mágico na história do São Paulo: a terceira conquista marcante em menos de três meses. Em junho de 1992, venceu a Libertadores da América pela primeira vez ao superar o Newell’s Old Boys nos pênaltis em um Morumbi com mais de 100 mil pessoas.
O 38º Troféu Ramón de Carranza, tradicional torneio de pré-temporada realizado em Cádiz, na Espanha, contou com o anfitrião Cádiz CF, com o já citado Real Madrid e com o PSV Endhoven, da Holanda – além do Tricolor, claro.
Na primeira fase da disputa (a competição, tal qual o Troféu Tereza Herrera, era de tiro curto, com semifinais, decisão de 3º e 4º lugares e final), o Real Madrid enfrentou o PSV, no dia 27 de agosto, e venceu por 3 a 2 – Romário, então no time holandês, marcou os dois gols do time derrotado.
No dia 28, o São Paulo venceu os donos da casa por 2 a 0, gols de Palhinha, aos 34 minutos do primeiro tempo, e Raí, aos 25 minutos da etapa final. Sem tempo para descanso, o São Paulo enfrentou o time de Madrid pela decisão do torneio já no dia seguinte.
Os espanhóis tinham como grandes destaques o zagueiro Hierro, o tcheco Prosinecki e o atacante chileno Zamorano. Mas nenhum deles, ou qualquer outro, foram páreos para o Tricolor de Telê Santana, Raí, Müller e cia...
De cara, aos sete minutos, o São Paulo abriu o placar com o oportunista Elivélton, que aproveitou um chute cruzado de Raí. Justamente o camisa 10 recebeu lançamento e com extrema categoria se livrou do zagueiro e marcou o segundo gol do Tricolor, já no começo da segunda etapa.
Müller ampliou para o placar clássico pegando o rebote do goleiro no ataque seguinte, um minuto depois! O atacante, endiabrado, fez grande jogada individual, deixou o adversário no chão e só tocou com categoria para fechar o placar: 4 a 0!
Os imponentes times espanhóis tombaram incontestavelmente perante o Tricolor.
29.08.1992. Troféu Ramón de Carranza
Cádiz (Espanha). Estádio Ramón de Carranza
SÃO PAULO Futebol Clube 4 x 0 REAL MADRID Club de Fútbol
SPFC: Zetti (Marcos); Vítor, Adílson, Ronaldão (Válber) e Ivan; Pintado (Suélio), Dinho, Palhinha e Raí/capitão (Maurício); Müller e Elivélton. Técnico: Telê Santana
Gols: Elivélton, 7/1; Raí, 3/2; Müller, 4/2; Müller, 13/2
RMCF: Juanmi; Chendo, Fernando Hierro (Nando), Mikel Lasa e Francisco Villarroya; Luis Milla, Santiago Aragón, Robert Prosinecki (Luís Enrique) e Paco Llorente (Alfonso Pérez); José Alberto Turil e Iván Zamorano. Técnico: Benito Floro
Árbitro: Manuel Díaz Vega (Espanha)
No dia 29 de agosto de 1992, em Cádiz, na Espanha, o São Paulo venceu o Real Madrid pela decisão do Troféu Ramón de Carranza por 4 a 0, com gols de Elivélton, Raí e Müller (2).
Duas semanas antes dessa grande vitória, o Tricolor bateu outro gigante espanhol, o Barcelona (daquela vez, por 4 a 1, pelo Troféu Tereza Herrera, em La Coruña). Era um momento mágico na história do São Paulo: a terceira conquista marcante em menos de três meses. Em junho de 1992, venceu a Libertadores da América pela primeira vez ao superar o Newell’s Old Boys nos pênaltis em um Morumbi com mais de 100 mil pessoas.
O 38º Troféu Ramón de Carranza, tradicional torneio de pré-temporada realizado em Cádiz, na Espanha, contou com o anfitrião Cádiz CF, com o já citado Real Madrid e com o PSV Endhoven, da Holanda – além do Tricolor, claro.
Na primeira fase da disputa (a competição, tal qual o Troféu Tereza Herrera, era de tiro curto, com semifinais, decisão de 3º e 4º lugares e final), o Real Madrid enfrentou o PSV, no dia 27 de agosto, e venceu por 3 a 2 – Romário, então no time holandês, marcou os dois gols do time derrotado.
No dia 28, o São Paulo venceu os donos da casa por 2 a 0, gols de Palhinha, aos 34 minutos do primeiro tempo, e Raí, aos 25 minutos da etapa final. Sem tempo para descanso, o São Paulo enfrentou o time de Madrid pela decisão do torneio já no dia seguinte.
Os espanhóis tinham como grandes destaques o zagueiro Hierro, o tcheco Prosinecki e o atacante chileno Zamorano. Mas nenhum deles, ou qualquer outro, foram páreos para o Tricolor de Telê Santana, Raí, Müller e cia...
De cara, aos sete minutos, o São Paulo abriu o placar com o oportunista Elivélton, que aproveitou um chute cruzado de Raí. Justamente o camisa 10 recebeu lançamento e com extrema categoria se livrou do zagueiro e marcou o segundo gol do Tricolor, já no começo da segunda etapa.
Müller ampliou para o placar clássico pegando o rebote do goleiro no ataque seguinte, um minuto depois! O atacante, endiabrado, fez grande jogada individual, deixou o adversário no chão e só tocou com categoria para fechar o placar: 4 a 0!
Os imponentes times espanhóis tombaram incontestavelmente perante o Tricolor.
29.08.1992. Troféu Ramón de Carranza
Cádiz (Espanha). Estádio Ramón de Carranza
SÃO PAULO Futebol Clube 4 x 0 REAL MADRID Club de Fútbol
SPFC: Zetti (Marcos); Vítor, Adílson, Ronaldão (Válber) e Ivan; Pintado (Suélio), Dinho, Palhinha e Raí/capitão (Maurício); Müller e Elivélton. Técnico: Telê Santana
Gols: Elivélton, 7/1; Raí, 3/2; Müller, 4/2; Müller, 13/2
RMCF: Juanmi; Chendo, Fernando Hierro (Nando), Mikel Lasa e Francisco Villarroya; Luis Milla, Santiago Aragón, Robert Prosinecki (Luís Enrique) e Paco Llorente (Alfonso Pérez); José Alberto Turil e Iván Zamorano. Técnico: Benito Floro
Árbitro: Manuel Díaz Vega (Espanha)
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