Sidão ainda divide opiniões na diretoria do São Paulo
Fonte Blog do Jorge Nicola
28 de Agosto de 2018
Capitão no domingo, goleiro é bancado por Diego Aguirre e Raí (Fernando Dantas/Gazeta Press)
Mesmo depois da participação decisiva na vitória sobre o Ceará, por 1 a 0, no domingo, Sidão segue sendo olhado com desconfiança por parte da diretoria são-paulina. No Morumbi, onde dão expediente os diretores escolhidos pelo presidente Leco, há quem o defenda, mas também existe, praticamente em mesma quantidade, quem cornete a condição de titular do goleiro.
Sidão, inclusive, foi tema de algumas reuniões ao longo do ano. A turma que não bota fé no camisa 12 já fez enorme pressão pela contratação de um jogador para a posição nos últimos meses. O fato de Rafael Cabral ter ficado livre de junho a julho só contribuiu para o aumento do barulho – o ex-santista acabou assinando com a Sampdoria em 22 de julho.
Mas o moral de Sidão com o técnico Diego Aguirre e com seus colegas de time levou o trio que comanda o departamento de futebol a ignorar os apelos vindos do Morumbi. Raí, Ricardo Rocha e Lugano nem chegaram a negociar com qualquer goleiro durante a janela de transferências.
Novamente capitão no domingo, devido à ausência de Hudson, Sidão fez a defesa do jogo ao parar Leandro Carvalho depois de ficar cara a cara com o atacante do Ceará – o placar ainda estava em 0 a 0. Minutos depois, saiu o primeiro e único gol, de Bruno Peres, que assegurou a vitória por 1 a 0 e os três pontos que ampliaram a folga do Tricolor na tabela – são três pontos de frente para o Inter e quatro em relação ao Flamengo.
O curioso é que Sidão chegou a ser vaiado por alguns dos 57 mil torcedores que foram ao Morumbi porque estaria demorando para repor a bola.
O goleiro chegou ao Morumbi no começo do ano passado, indicado por Rogério Ceni, e participou de um revezamento no gol do time ao longo de 2017 com Denis e Renan Ribeiro. Já em 2018, foi titular durante praticamente toda a temporada. Tanto que já fez 38 dos 47 jogos do time no ano.
Apesar das críticas de parte da diretoria, o goleiro de 35 anos está garantido no São Paulo pelo menos até dezembro de 2019. É que, em março, ele teve o contrato prorrogado – o vínculo antigo terminaria em dezembro deste ano.
Mesmo depois da participação decisiva na vitória sobre o Ceará, por 1 a 0, no domingo, Sidão segue sendo olhado com desconfiança por parte da diretoria são-paulina. No Morumbi, onde dão expediente os diretores escolhidos pelo presidente Leco, há quem o defenda, mas também existe, praticamente em mesma quantidade, quem cornete a condição de titular do goleiro.
Sidão, inclusive, foi tema de algumas reuniões ao longo do ano. A turma que não bota fé no camisa 12 já fez enorme pressão pela contratação de um jogador para a posição nos últimos meses. O fato de Rafael Cabral ter ficado livre de junho a julho só contribuiu para o aumento do barulho – o ex-santista acabou assinando com a Sampdoria em 22 de julho.
Mas o moral de Sidão com o técnico Diego Aguirre e com seus colegas de time levou o trio que comanda o departamento de futebol a ignorar os apelos vindos do Morumbi. Raí, Ricardo Rocha e Lugano nem chegaram a negociar com qualquer goleiro durante a janela de transferências.
Novamente capitão no domingo, devido à ausência de Hudson, Sidão fez a defesa do jogo ao parar Leandro Carvalho depois de ficar cara a cara com o atacante do Ceará – o placar ainda estava em 0 a 0. Minutos depois, saiu o primeiro e único gol, de Bruno Peres, que assegurou a vitória por 1 a 0 e os três pontos que ampliaram a folga do Tricolor na tabela – são três pontos de frente para o Inter e quatro em relação ao Flamengo.
O curioso é que Sidão chegou a ser vaiado por alguns dos 57 mil torcedores que foram ao Morumbi porque estaria demorando para repor a bola.
O goleiro chegou ao Morumbi no começo do ano passado, indicado por Rogério Ceni, e participou de um revezamento no gol do time ao longo de 2017 com Denis e Renan Ribeiro. Já em 2018, foi titular durante praticamente toda a temporada. Tanto que já fez 38 dos 47 jogos do time no ano.
Apesar das críticas de parte da diretoria, o goleiro de 35 anos está garantido no São Paulo pelo menos até dezembro de 2019. É que, em março, ele teve o contrato prorrogado – o vínculo antigo terminaria em dezembro deste ano.
Avalie esta notícia:
52
23
VEJA TAMBÉM
- Novo presidente? Marcelo Portugal revela plano para Cotia e cobra espaço para jovens- Santos quer jogar no Morumbi, e São Paulo pode abrir as portas para o rival
- Árbitro afastado pela CBF após erro grave vai apitar jogo do São Paulo
- Sabino pega celular da esposa, vê pesquisas sobre traição e dispara: Ai, Deus!
- Massacrou! São Paulo goleia por 7 a 0 e avança às quartas da Copa do Brasil Sub-20
