Setorista analisa atuação do São Paulo
Versão 2009 do Tricolor mantém as principais características do time que ganhou o hexacampeonato brasileiro
Fonte Lance!
29 de Janeiro de 2009
Se não é um time de encher os olhos, o São Paulo mostrou na última quarta porque é, no momento, a equipe mais difícil de ser vencida no Brasil. O Tricolor abusou do pragmatismo e mesmo sem fazer uma boa partida, não teve dificuldades em neutralizar o Guarani no Brinco de Ouro - a chance mais aguda de gol dos bugrinos aconteceu em uma saída bisonha de Bosco, que André Dias salvou em cima da linha - e construir o 2 a 0 que garantiu mais um triunfo à equipe.
O primeiro gol foi um lance de pura sorte (e de competência de Washington ao atrapalhar o zagueiro Plínio), mas acabou coroando a paciência e o sangue frio dos comandados de Muricy Ramalho. A impressão que os jogadores passam em campo é que eles têm certeza que, não importa a adversidade, o Sampa sempre vai se dar bem no final.
Mesmo estando fisicamente abaixo do ideal e com algumas caras novas, as características do time permanecem as mesmas da versão do ano passado: competitividade, força na zaga, eficiência no meio e dependência das assistências de Jorge Wagner pela esquerda. Apesar de pouco ter mudado, Muricy ainda deve ter dúvidas para montar o ataque e tem boas razões para tal.
A dupla formada por Borges e Washington decepcionou e não conseguiu se encontrar em campo, e foi só Dagoberto entrar no lugar do camisa 17 que o Tricolor melhorou sensivelmente. No conservador 3-5-2, a velocidade e mobilidade de Dagol praticamente lhe garantem um lugar no ataque. Resta uma vaga para ser disputada entre o artilheiro do Brasileirão de 2008 e o artilheiro do Tricolor no nacional do ano passado.
Porém essa é uma questão para o treinador pensar depois. O duelo contra o Bugre deixou claro que o São Paulo, mesmo com seus seis reforços, não deve mudar muito do que foi em 2008 - pelo menos a curto prazo - e que continuará sendo um adversário extremamente complicado de ser vencido, mesmo sem mostrar um futebol exuberante. Contanto que os títulos continuem chegando ao Morumbi, o torcedor certamente não irá se preocupar em não ver espetáculos.
O primeiro gol foi um lance de pura sorte (e de competência de Washington ao atrapalhar o zagueiro Plínio), mas acabou coroando a paciência e o sangue frio dos comandados de Muricy Ramalho. A impressão que os jogadores passam em campo é que eles têm certeza que, não importa a adversidade, o Sampa sempre vai se dar bem no final.
Mesmo estando fisicamente abaixo do ideal e com algumas caras novas, as características do time permanecem as mesmas da versão do ano passado: competitividade, força na zaga, eficiência no meio e dependência das assistências de Jorge Wagner pela esquerda. Apesar de pouco ter mudado, Muricy ainda deve ter dúvidas para montar o ataque e tem boas razões para tal.
A dupla formada por Borges e Washington decepcionou e não conseguiu se encontrar em campo, e foi só Dagoberto entrar no lugar do camisa 17 que o Tricolor melhorou sensivelmente. No conservador 3-5-2, a velocidade e mobilidade de Dagol praticamente lhe garantem um lugar no ataque. Resta uma vaga para ser disputada entre o artilheiro do Brasileirão de 2008 e o artilheiro do Tricolor no nacional do ano passado.
Porém essa é uma questão para o treinador pensar depois. O duelo contra o Bugre deixou claro que o São Paulo, mesmo com seus seis reforços, não deve mudar muito do que foi em 2008 - pelo menos a curto prazo - e que continuará sendo um adversário extremamente complicado de ser vencido, mesmo sem mostrar um futebol exuberante. Contanto que os títulos continuem chegando ao Morumbi, o torcedor certamente não irá se preocupar em não ver espetáculos.
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