O Tricolor costuma falar portunhol para resolver problemas em campo - Aurélio Mendes
3 de Julho de 2018
Aguirre é mais um gringo sul-americano no Tricolor (Foto: Daniel Vorley/AGIF)
O São Paulo costuma buscar soluções latinas para seus problemas em campo, desde jogadores, como Rojas, Darío Pereyra, Matosas, Sierra, a técnicos como Osório e Bauza. Esses são alguns exemplos que podemos mencionar.
A bola da vez é João Rojas, meia-atacante equatoriano, recém contratado para tentar suprir as saídas de Valdívia e Marcos Guilherme, que estavam emprestados ao Tricolor.
Se por um lado a solução pode ser latina, por outro é nesse mesmo território geográfico que podem chegar problemas, como foi o caso do excelente Sierra que veio com pomba de salvador, mas que não conseguiu desempenhar um bom futebol. Reasco foi outro bom nome que, infelizmente, não rendeu metade do que poderia ter rendido por aqui.
Mas, não parece ser o caso do menino Rojas, pois se depender do feedback dos jogadores, teremos em campo uma excelente opção, com maior vigor, velocidade e muito boa técnica. Sobre ele, Nenê falou ao Globoesporte.com: “Muito boa a impressão sobre o Rojas. Um cara de velocidade. Ele levanta a cabeça na hora que precisa. Pareceu um cara muito inteligente e vai nos ajudar bastante“.
Anderson Martins ratifica o colega: “Rojas é um jogador de característica que a gente precisava. Perdemos dois jogadores ali naquela função de ponta (Marcos Guilherme e Valdívia). A gente espera que dentro das características dele possa nos ajudar”.
O testemunho de Diego Souza não é diferente: “A gente tem grandes jogadores aqui. Não temos 11, temos um grupo. Só um grupo pode fazer a diferença para ser forte no Brasileirão. E o Rojas vai nos ajudar muito nisso.”
Agora é esperar para ver. Tomara que o recém contrato nos dê muita felicidade e, quem sabe, ajude na conquista do hepta, ainda que o “hexa” seja o assunto do momento.
O São Paulo costuma buscar soluções latinas para seus problemas em campo, desde jogadores, como Rojas, Darío Pereyra, Matosas, Sierra, a técnicos como Osório e Bauza. Esses são alguns exemplos que podemos mencionar.
A bola da vez é João Rojas, meia-atacante equatoriano, recém contratado para tentar suprir as saídas de Valdívia e Marcos Guilherme, que estavam emprestados ao Tricolor.
Se por um lado a solução pode ser latina, por outro é nesse mesmo território geográfico que podem chegar problemas, como foi o caso do excelente Sierra que veio com pomba de salvador, mas que não conseguiu desempenhar um bom futebol. Reasco foi outro bom nome que, infelizmente, não rendeu metade do que poderia ter rendido por aqui.
Mas, não parece ser o caso do menino Rojas, pois se depender do feedback dos jogadores, teremos em campo uma excelente opção, com maior vigor, velocidade e muito boa técnica. Sobre ele, Nenê falou ao Globoesporte.com: “Muito boa a impressão sobre o Rojas. Um cara de velocidade. Ele levanta a cabeça na hora que precisa. Pareceu um cara muito inteligente e vai nos ajudar bastante“.
Anderson Martins ratifica o colega: “Rojas é um jogador de característica que a gente precisava. Perdemos dois jogadores ali naquela função de ponta (Marcos Guilherme e Valdívia). A gente espera que dentro das características dele possa nos ajudar”.
O testemunho de Diego Souza não é diferente: “A gente tem grandes jogadores aqui. Não temos 11, temos um grupo. Só um grupo pode fazer a diferença para ser forte no Brasileirão. E o Rojas vai nos ajudar muito nisso.”
Agora é esperar para ver. Tomara que o recém contrato nos dê muita felicidade e, quem sabe, ajude na conquista do hepta, ainda que o “hexa” seja o assunto do momento.
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